sábado, 30 de janeiro de 2010

Citânia de Sanfins

Lá longe na parte mais ocidental da Ibéria, há um povo que não se governa nem se deixa governar!»
Gaius Julius Caesar (110-44 aC)


Munidos do espírito guerreiro e obstinado dos nossos antepassados, o mesmo espírito indomável, que levou os Romanos a passar algumas amarguras, na nossa terra, e a recorrer vergonhosamente a traidores e sabotagens para conquistar a pax romana. Eu e o Sérgio “Fugas”, fomos até à zona de Paços de Ferreira, descobrir os trilhos que serpenteiam até à Citânia de Sanfins. Juntamente connosco levamos outros 3 mais fraquinhos, com muito menor espírito Lusitano, (são dois mil anos de genes guerreiros que se perderam) e que face as adversidades munem-se logo de máquinas velocipédicas topo de gama, de forma a irem a pedalar como se fossem no sofá, foram eles o Sousa “Trepador”, Pimenta “Saca Saca” e Santiago “Beep Beep / Kiko”.

Logo á partida, tivemos um caso flagrante, de como a nossa herança genética, de homens de espírito indomável e dureza implacável se tem deteriorado ao longo dos séculos: o “Beep Beep”, com a preguiça de colocar o suporte da bicicleta mais a jeito, anda de escadote para chegar ao tejadilho do carro... o Viriato deve andar às voltas no túmulo.

Na parte inicial do trilho pudemos ver que o fogo fez bastantes estragos naquela zona, e se calhar ainda a pensar na destruição causada pelo fogo, num declive mais acentuado o “Beep Beep” deu uma cambalhota, quase em câmara lenta, sem consequências, pelo menos pensamos nós...

Após termos passado por uma capela, onde o Papa Pimenta I e último, deu o seu sermão e em seguida pela capela do “S. Calhau”, (Srª do Socorro).

Chegamos finalmente ao objectivo (o meu pelo menos) à capital dos povos Calaicos – Brácaros, a Citânia de Sanfins (fundada entre 138 e 136 a.c.).
Após a subida da rampa que vai dar mesmo ao topo onde se encontra fundada a cidade, verificamos que a mesma encontrava-se fechada.
Bem a contar com a elevada capacidade militar dos nossos ancestrais não iria ser nada fácil invadirmos a cidade.
Mas afinal nem foi preciso muito, o portão era alto, mas a muralha era apenas um degrau, nesta altura comecei a pensar que afinal a fama de guerreiros irredutíveis, não estava a correr muito bem, face á facilidade com que nos infiltrámos pelas muralhas da cidade, mas o lado bom é que deu para visitar a citânia.
De passagem pela necrópole o Sousa “Trepador” resolveu experimentar o “conforto” de um dos túmulos e arriscar ser amaldiçoado pelo locatário, que de certeza não deve ter gostado da intromissão. Mas já ninguém respeita os mais velhos, nem depois da morte. Trepador, só espero que não venha por aí uma crise de salapismo para ti.

Ainda fomos bater à porta da taberna da cidade, onde no interior e a julgar pelos banquetes do Axterix, Obelix e companhia, que também são desta época, se devia estar a comer javali e a beber cerveja pelas pipas, mas ninguém nos abriu a porta, já deviam estar escarmentados, com a malta do Porto.


Já à saída da citânia, descobrimos a razão de termos entrado no complexo sem ninguém notar, o coitado do sentinela estava sozinho e abandonado num monte de calhaus, do outro lado da citânia, claro não havia “operacionalidade” que lhe valesse, sozinho, para patrulhar um complexo tão grande (fomos-lhe dar um abraço, nós bem sabemos o que ele sente).

Saímos da citânia e seguimos o nosso caminho, quase sempre por trilhos, mais ou menos técnicos.


A cerca de 10 km do fim, alguém do ECOBIKE, deve ter contactado o Beep Beep, com ordens de sabotagem e tal e qual os traidores, Minuro, Audax e Ditalco, cumpriu-as imediatamente. Partiu de propósito o desviador traseiro, para acabar com o passeio logo ali.

Após a cirurgia forçada à bicicleta, feita pelo Sérgio “Fugas”, (claro um dos duros Lusitanos), que prontamente sacou da sua mochila todas as ferramentas necessárias, e remediou a situação. Lá tivemos que recorrer ao alcatrão e voltar da forma mais célere possível aos carros.

De onde partimos imediatamente para o restaurante, onde o “Beep Beep” com a consciência pesada, acabou por se redimir da sabotagem.

Ficou para trás um percurso muito bom, praticamente todo em trilho, com muito pouca estrada, e mais uma lição de História.

Pedro "Trilhos"

Fotos deste Passeio

Download deste Trilho

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Mês de Fevereiro Sólidário

Dia 07 de Fevereiro em Custóias:




Evento de BTT a ter lugar no dia 07 de Fevereiro de 2010, com inicio às 10h00, cuja concentração será na esquadra da PSP de Santiago de Custóias em Matosinhos.

Esta acção terá duas vertentes: uma de lazer em que decorrerá um passeio de BTT de dificuldade/técnica baixa destinado a todas as idades e outra de solidariedade cujo objectivo é a angariação de novos possíveis dadores de medula óssea (entre os 18 e os 45 anos). Esta iniciativa para além de angariação de novos dadores visa sobretudo tentar encontrar alguém compatível com a Carmen, a estrelinha do cartaz em cima.
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Dia 21 de Fevereiro em Fafe:

Vamos participar no Abraço ao Bruno e vamos todos dar um grande abraço ao Bruno e ajudá-lo a conseguir um elevador e uma cadeira de rodas "eléctrica".

No inicio do ano de 2009 o Bruno teve uma fatalidade quando andava de bicicleta com os amigos, do qual resultou uma fractura na coluna vertebral ao nível D3-D4 (um pouco abaixo do pescoço).


Eu já tou inscrito no Passeio BTT dos 40 Km


Trepador, Atleta do Ano2009

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Atleta do Ano 2009 do BIKE17ECO

Participante assíduo nas altas competições de BTT nacionais e grande amante pela prática de BTT e ciclismo em geral.

Sempre aliado às organizações dos nossos passeios, e precursor das explorações dos trilhos por este País fora, sempre revelou um grande espírito de companheirismo e entreajuda aos demais companheiros.

Pelo seu contributo no BIKE17ECO e com 75% das votações:

O atleta do ano 2009 é:

Sousa "Trepador"


sábado, 26 de dezembro de 2009

Rota das Descobertas

No Sábado, em dia solarengo mas frio, eu, Sérgio "Fugas" e Pimenta "Saca Saca" fomos até Delães, fazer o percurso da Rota das Descobertas, trilho baseado na prova organizada pelo Clube BTT Joane.
Pedro "Trilhos" na balda e ainda à espera junto da chaminé lá em casa pela bike nova que lhe ficou de trazer o Pai Natal...

Resumindo: dia cheio de peripécias amigos, num percurso variado mas deveras acidentado devido ao mau tempo que se tem feito sentir,Drop Out do Fugas partido a meio do percurso - claro que nenhum de nós anda com um de reserva na mochila, o que me parece que está para acabar!- toca a fazer ligação directa e bora lá em Singlespeed que é pra aprenderes!
Seguiu-se um espalhanço aparatoso numa descida técnica do Saca Saca que foi de cabeça e bateu com as costelas numa pedra - não amigos, não se assustem, a Bike dele ficou intacta.... - o que nos levou mais tarde a ter que desviar do trilho original, para podermos também comer qualquer coisa pois a fome já era negra, e toca a fazer os últimos kms pela estrada nacional 310, direcção Riba D´ave e depois Delães, pois o caruncho e as rabanadas tavam a fazer o seu efeito e o Pimenta já pedia descanso ao corpo e às dores (tb não havia nenhum drop in para substituir o caruncho do atleta), totalizando mesmo assim 52 kms em todo o tipo de estrada e trilhos!

Apesar das contrariedades, mais um excelente passeio por estes trilhos de Portugal e que dá para manter a forma nesta quadra festiva.

Fotos deste Passeio



P.S. Notícia de Última hora: ida ao Hospital Militar do Porto por parte do Pimenta, o diagnóstico? uma costela fracturada e descanso prolongado.... As melhoras amigo!



Sousa "Trepador"

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A prenda para o meu Aniversário!

Olá, é só para relembrar que, como sabem, faço anos no próximo dia 25.

E sei que têm andado a massacrar a cabeça a pensar no que me vão oferecer, como tal venho-vos dar uma ajudinha, sobre daquilo que quero (e mereço) receber de prenda.

Cartões, email`s, e telefonemas a desejar Feliz Aniversário, obrigado, mas não vale a pena, já recebi suficientes o ano passado (e nos anteriores).

Aquilo que eu quero mesmo, é uma máquina nova, de preferência com suspensão total.
Como sei que vocês são meus amigos, (e podem juntar a prenda de aniversário à de Natal) obviamente, vão-ma oferecer.

Por isso, deixo, desde já aqui, o meu Obrigado pela bicicleta nova, vou gostar muito dela e vá-lá, despachem-se a entregar-ma pois quero ir experimentar a máquina para o monte.
Obrigado



FELIZ NATAL E




UM PRÓSPERO ANO NOVO




Pedro "Trilhos" Silva


P.S.: Tentar não custa...

sábado, 19 de dezembro de 2009

Descida do Sarrabulho!!!

Como estreante nestes passeios de BTT com o pessoal do Bike17Eco, tenho por “missão” fazer o relato deste espectacular passeio.
Já a mais de um ano que andava para pedalar com esta malta nos passeios “vadios”, finalmente tive oportunidade, uma folga compensatória a ultima da hora, e pronto esta combinado as 07H30 na casa do Trepador.
À hora marcada lá estava eu e o Trilhos 5 minutos depois.
Meus caros não tenho palavras para descrever o frio que fazia aquela hora… Enfim há quem chame a isto espírito do BTT eu chamo-lhe maluqueira. Biclas em cima do carro do Trepador e siga directos a Ponte de Lima, a estrada nacional que liga da Auto estrada ate Ponte de Lima estava ainda coberta de gelo, quase tivemos um acidente provocado por esse manto branco, felizmente foi apenas um susto…
Finalmente em Ponte de Lima com o sol a brilhar, mas meus amigos que frio estava, tudo pronto para pedalar, mas agora faltava encontrar o início do track GPS. GPS essa pequena maravilha da tecnologia, mas é preciso ter umas noções básicas dessa tecnologia (não é verdade Pedro “Trilhos”), cerca de 2 km a serpentear pelas ruas da Cidade à procura do início, que foi bom para aquecer, lá seguimos azimute pelo trilho.


Passados cerca de 10 km ainda só tínhamos pedalado em asfalto, já nos estava a preocupar. Já se punha em causa o track escolhido pelo Sousa “Trepador”, mas finalmente surgiu a entrada para os trilhos e que entrada, logo com uma das subidas mais difíceis do dia. Foi um passeio com um pouco de tudo, subidas bem durinhas e técnicas, zonas rolantes e descidas super técnicas que até os amantes do DH teriam alguma dificuldade em descer.

Foi sem dúvida um verdadeiro passeio de puro BTT, pois não faltou frio, gelo, água e lama, boa camaradagem e puro divertimento. Com certeza uma aventura a repetir o quanto antes com estes companheiros do pedal.

Deixo já aqui o desafio para fazer-mos um track lá para aquelas bandas de 100 km, mas só em horário de verão, por isso há muito tempo para treinar.

Bora lá…Se comeres muito bolo rei e rabanadas… ao menos pedala…

Filipe "Oledo" Moreira

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Serra da Freita

Desta vez os mancos do costume do BIKE17ECO, Eu, Pimenta “Saca Saca” e o representante de Ermesinde, Sérgio “Fugas”, infelizmente o outro representante da terra, o Trepador, não pode vir, fomos até à Serra da Freita , serra essa acerca da qual já muito tinha ouvido falar mas não conhecia.

Arranque já tardio mas mesmo assim ainda com um frio de rachar, lá arrancamos do Refúgio da Freita, para logo entrar num dos diversos trilhos cheios de água que serpenteiam aquelas montanhas, sempre a passar por diversas quedas de água e poder apreciar as espectaculares paisagens montanhosas e agrestes, que na voz de Guerra Junqueiro é: Terra ingrata onde a urze a custo desabrocha, bebendo o sol, comendo o pó e mordendo a rocha.

Chegados à primeira subida, não sem antes eu já andar a meter ar no pneu pois estava furado, olhei para os meus dois companheiros e pensei: - Bem, o Saca Saca com a sua máquina nova, põe-se já a andar e o Fugas vai atrás dele, eu vou ficar para trás… a tirar fotografias.
Pois, nada mais me iria surpreender do que ver o Fugas a fazer jus à alcunha e a fugir serra acima com o Saca Saca no seu encalço, eu claro fiquei para trás… a tirar fotografias, nessa parte não me enganei.

Na primeira chegada ao cume, troquei a câmara de ar, pois já estava novamente vazia (foi isso que me atrasou na subida), e seguimos viagem, por entre os Aerogeradores habituais e podemos verificar que tanto a flora como principalmente a geologia daquela região é muito própria e diferente do habitual chegando mesmo a entrar nos meandros do estranho, para os amantes de metassedimentos, Grauváquico ante-Ordovícico, Silúrico, granitóides, plutonitos, corneanas, pelíticas e tardi-hercínicas, parece que aquela serra é o paraíso.

Ainda na descida demos com a típica Aldeia do Cando, toda com telhados de lajetas de xisto, onde fomos amigavelmente recebidos pelo bobi da aldeia. E à saída encontramos no meio da estrada uma cobra, que deu para fazer o nosso momento discovery, com três morcões do Porto a tentar apanhar uma cobrinha de 30 cm.
Nesta altura estávamos a descer por estrada, quando o Saca Saca, mortinho por pôr a máquina nova a funcionar, queixou-se da meia dúzia de km´s que estávamos a fazer por estrada, quanto mais rápido ele falava, mais rápido eu lhe mostrava o trilho íngreme à esquerda que subia a serra até ao cume, onde íamos voltar.
Foi vê-lo a empurrar a Scott pelo trilho acima, (bem pelo menos de empurrão ficou bem testada).

Depois da 2.ª chegada ao cume, descemos por uns planaltos, também cheios de água, com bastante gado (tanto ovino como bobino) a pastar, passamos também por algumas ruínas, uma anta, (só eu é que a vi) e ainda por umas pontes, tudo com ar megalítico, até chegarmos ao ex-libris da região as Pedras Parideiras na aldeia da Castanheira, e logo em seguida ao miradouro para a cascata da Frecha da Mizarela.

Ora como isto ficava a escassos km`s do carro e o passeio por mim ainda estava longe de terminar, informei os meus companheiros que a minha ideia era descer até ao fundo da frecha, rezar para que exista ponte para atravessar o Rio Caima e subir do outro lado. Até aqui tudo bem o mal é que dava para ver do outro lado a estrada que eu queria subir e era toda a pique.
O Saca Saca, quis-se cortar “há e tal já é tarde e aquilo é muito a subir”, mas como somos democráticos e era Eu e o Fugas contra um, lá fomos. O mal é que o trilho para descer era tipo labirinto, e em cada entroncamento tínhamos que decidir, esquerda ou direita? E decidimos (eu) mal, duas vezes e ficamos sem saída. E lá teve que ser o Puro BTT, descer a serra aos tombos com as bikes de rastos, até chegar ao fundo da frecha, onde (felizmente) havia uma espécie de ponte (com carga máxima para 3 pessoas) que deu para atravessar para depois subir a “parede” do outro lado até ao topo, a pedalar poucos metros, o resto foi de empurrão.

Para mim uma zona a descobrir novamente, paisagens invulgares com bons trilhos e muito para descobrir, um dia a repetir com certeza.

Foram cerca de 40 km, com 1100mts de acumulado, não apanhamos chuva, mas acho que nunca pedalei tanto dentro de tanta água.





Pedro "Trilhos"




Download deste Trilho

sábado, 28 de novembro de 2009

Passeio Solidário pela Ana


Quando me disseram que era a minha vez de fazer a crónica deste passeio, fiquei preocupado, é que eu, é mais bolos.

Depois pensei que tinha de começar pelo princípio.

Concentração, às 07H00, na 17ª para variar, carregamos as binas na carrinha e lá fomos em direcção a Penafiel.

Quando chegamos um frio de rachar e umas nuvens escuras à espreita, mas nada que metesse medo a tamanhos aventureiros, vestidinhos a rigor e máquinas prontas, foi a hora da fotografia da praxe para mais tarde recordar.

E lá começamos a pedalar e logo começamos a subir (deve ser ideia do Sousa tem a mania que é trepador) tirando as subidas que se fosse por mim não havia, foi um passeio espectacular com quase só trilhos em terra, passagens estreitas, cursos de água para atravessar, descidas loucas (que o diga o Sr. Manuel que foi aos tojos) rochas, campos a transpor (sujeitos a levar umas sacholadas) enfim um espectáculo só ao alcance dos melhores (bike17eco é claro, tás a ver Jorge).

Já agora umas palavras para as três meninas (sim só três, o Guimarães não conta!) que coloriram este passeio, eu deixei-as passar à minha frente nas subidas que era para vos dar motivação, não era por estar mal preparado nem gordinho.

Mas acima de tudo é que este passeio decorreu com muita amizade e camaradagem.

Acabados de pedalar e banhinho tomado, foi a hora pelo qual todos esperávamos o tachinho (nesta altura começou a parecer mais pessoal), comidinha com várias ementas ao gosto de cada um, bem confeccionado e servida em quantidade, pena que o restaurante não tenha remunerado pois evitávamos os furtos de sobremesas.

Em suma este é o passeio dos três obrigados.
-Obrigado pelo excelente sábado, na companhia de pessoal como vocês:

-Obrigado pelo passeio espectacular, com paisagens fantásticas, trilho, cursos de água, lama, chuva, não podia ser melhor.

-Obrigado pela ajuda.

Matos “Só desce”

Crónica Pedaladas bike Team
Crónica ECOBIKE



Download deste Trilho Atalho para Ver este Trilho no GOOGLE EARTH


domingo, 22 de novembro de 2009

NOVA MÁQUINA DO PIMENTA



O MEU NOME É PIMENTA "SACA SACA"

SE EU PODIA DESCER OS TRILHOS NA


MÁXIMA FORÇA SEM DAR

COÇA NOS OUTROS?




PODIA...MAS NÃO ERA A MESMA COISA!

domingo, 8 de novembro de 2009

Terceiro reconhecimento em Penafiel

Pela terceira vez, deslocamos-nos a Penafiel, na busca do percurso "plano" para o próximo passeio do dia 28 de Novembro.




E como á terceira é de vez, descobrimos que:




Percursos planos, não há!

Por isso, vamos todos ter que puxar pelo caruncho!!







Pedro "Trilhos"