quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Código conduta BTT

*Ceder a passagem a outros transeuntes não motorizados.
*Abrandar à proximidade de pedestres e cavaleiros, ultrapassá-los com precaução após os ter prevenido.
*Controlar a velocidade nas passagens sem visibilidade.
*Circular nos trilhos para evitar destruir a vegetação sobretudo em Parques e Zona Protegidas e evitar passar sobre culturas.
*Passar à distância de animais selvagens e não enervar os domésticos.
*Jamais deitar detritos no solo. Conservá-los até ao próximo caixote de lixo. Advertir quem assim não proceda.
*Respeitar a propriedade privada e pública.
*Aprender a rolar em autonomia total. Preparar o seu itinerário, prover a sua alimentação, saber efectuar reparações.
*Nunca sair só para uma incursão em terreno desconhecido. Deixar informações acerca do seu itinerário aos que ficam.
*Saber, em todas as ocasiões, estar de forma discreta e amável.
*Usar o capacete a fim de se proteger, em todas as circunstâncias.
(Adaptado das 11 regras de ouro da NORBA -National Off-Road Bicycle Association)

Convém não esquecer
-Contribuir activamente para a boa disposição e COMPANHEIRISMO
-Não percas de vista o companheiro que vem atrás e preocupa-te em seguir o da frente.
-Mantém-te a uma DISTÂNCIA segura dos outros ciclistas.
-Respeita o ESPÍRITO DE GRUPO – um passeio não é uma corrida!
-Quando se ultrapassa alguém deve-se avisá-lo, anunciando antecipadamente o lado pelo qual vamos passar, e só o fazer com absoluta SEGURANÇA.
-Dá sempre prioridade de passagem a outros utilizadores dos caminhos, reduz a velocidade, CUMPRIMENTA todos os amigos da Natureza e ajuda-os sempre que necessário.
-Respeita as PROPRIEDADES, deixa cancelas e portões no estado em que os encontraste e respeita a sinalização. Escolhe percursos adequados e sê auto-suficiente, levando ÁGUA, alimentos e material de reparação de furos e avarias.

Trepador

sábado, 19 de setembro de 2009

Pelos trilhos de Montalegre

Mais uma saída do Bike17Eco e Companhia por estes trilhos fora, ou seja, Trepador, Saca Saca, Fugas, Manuel Xinateiro e Serge "Caruncho XXL", compunham a equipa de elite presente neste passeio.

Desta vez o destino foi Montalegre para uma sessão de Puro BTT. O percurso inicialmente escolhido tinha início e fim nesta cidade, com cerca de 70 quilómetros previstos.

Após duas horas de viagens, pautadas pelos enjoos matinais do Manuel Xinateiro (devido à ingestão de duas bolas de Berlim ainda à saída de Ermesinde), fomos recebidos pela brigada local da GNR que nos acolheu simpaticamente, como não podia deixar de ser e nos deixou utilizar as suas instalações para o que fosse necessário: deixamos então os carros no referido parque e ainda tivemos direito ao cafezinho da ordem antes de arrancarmos.





Com o trilho carregado no GPS, arrancámos para o castelo daquela vila para apreciar as vistas e de seguida arrancar para os trilhos que nos esperavam.

Após um pequeno percurso em estrada, entramos no verdadeiro trilho que nos levaria até Espanha, passando pelas aldeias de Donões, Sabuzedo e Tourém. Estávamos todos de olho no guia, o Trepador com o seu GPS, à excepção do Manuel Xinateiro que, com o Rod Stewart nos fones, desbravava os trilhos sem medo e cheio de vontade, cantando "à cappella", só parando para atacar as amoras que abundavam pelo caminho – e de muita boa qualidade diga-se de passagem!

Até a aldeia de Tourém, os trilhos foram fenomenais, um misto de descidas técnicas, singletracks e subidas. Tudo isto com um tempinho maravilhoso para a prática de BTT: sem grande sol, com ameaça de chuva e com uma temperatura fresquinha.

Após 4 horas de percurso, chegámos finalmente a Espanha, mais precisamente à aldeia de Randim. E o que fazer em Randim? Procurar um sítio para comprar bananas para combater as cãimbras (as minhas). Mas estava difícil. Após algumas trocas de vocabulário, uma vez que eles não tinham "Plátanos", tivemos de encontrar alternativas. E ninguém melhor do que o Manuel Xinateiro para proceder às negociações. O nosso lanche vitamínico acabou por ser:
Comida: uma regueifa espanhola recheada de Chorizo;
Bebida: mini "Cerveza Estrella Galicia";
Sobremesa: azeitonas.
Para quem queria bananas, a ementa andou lá perto….

Após o lanche, faltava apenas o café que foi tomado, cinco minutos depois, já em Portugal, na aldeia de Tourém.

E a partir daí é que começou a verdadeira dureza. O objectivo era chegarmos a Pitões da Júnias para almoçar mas não imaginávamos que seria tão duro. Após passarmos ao lado de uma fabulosa barragem, era tempo de subir, monte fora, e subir…. e continuar a subir para depois subirmos ainda mais um pouco. E posso afirmar que subir com ela à mão, como foi o meu caso, dói mesmo muito. Os grandes atletas do Bike17, Fugas, Saca Saca e Manel Xinateiro, provavam que estavam em grande forma e já se distanciavam, dando inclusive para o Xinateiro fazer uma pausa para se estender ao comprido na vegetação e dormir uma mini siesta...

Chegados a Pitões das Júnias e após termos feito cerca de 50 quilómetros, já não havia forças para mais. O Trepador, todo engripado e entupido, já nem queria ouvir falar mais de monte. Por isso decidimos recolher e esquecer o restante trilho, uma vez que agora seria "quase" sempre a descer.
À saída da aldeia, apanhámos a boleia de uma Toyota Hiace que gentilmente nos levou na caixa aberta até metade do caminho, poupando-nos a uma subida descomunal e fazendo as delícias do Trepador, não sei bem porquê??? O restante, cerca de 3 quilómetros, foi mesmo sempre a descer, em estrada, até à aldeia de Covelães. Aí, parámos para almoçar, por volta das 16h, no restaurante Monte Alegre, de um familiar meu.
Enquanto o tacho estava a ser preparado, fomos buscar os carros a Montalegre (que ainda ficava a 11 quilómetros) e voltámos ao restaurante. Não haveria mais pedaladas para ninguém.

Foi tempo de montar as bikes nos suportes, mudar de roupa e dar ao dente. O Trepador, muito em baixo, só queria descansar e enfiou-se no carro para passar pelas brasas, afirmando que nem sequer queria almoçar. Mas devido à insistência de todos e para não deixar escapar a oportunidade de encher a blusa, ele lá decidiu juntar-se a nós à mesa e não deve ter ficado desiludido.

Aí os atletas do Bike17Eco deliciaram-se com os sabores transmontanos desta região: presunto, vinho e principalmente o costeletão de vitela. Aí as coisas ficaram compostas e foi tempo de regressar ao Porto, mas com paragens pelo meio devido aos enjoos do Manuel Xinateiro, mais uma vez.

Algumas frases ouvidas durante o dia:

- "F....-se, não devia ter fumado de manhã" (Serge)
- Manel… Ó Maneeeeeel…… Maneeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeelllllllllllllllllll. Aquele c...... vai com os fones e não ouve nada…. (Pimenta)
- Falaram-me em posta mas até agora só vi bosta (Manel Silva)
- Não é por aqui. Temos de voltar para trás. (Trepador n vezes)
- F....-se, é hoje que vou morrer…. (Serge)
- Ó amigo, se me vir no Porto não venha falar comigo... (Manuel Silva a dirigir-se ao Serge queixando-se do trilho)
- I am sailing… I am Sailing (Manuel Silva, com fones a cantar Rod Stewart)
- Isto sim é do que eu gosto, puro BTT (Fugas)
- Ó Manel, queres uma bola de berlim (Trepador)...

Conclusão:
Um dia muito bem passado, muito quilómetros percorridos, com muito sofrimento para alguns (eu, principalmente), mas que valeu pelo convívio e pelo tacho.

PS1: Um agradecimento especial ao Manuel Silva pela oferta do maravilhoso lanche ao grupo, em Espanha.
PS2: Deixo aqui o meu sincero pedido de desculpa pela escolha do trilho e pelas constantes paragens forçadas enquanto esperavam por mim.







Um abraço do SERGE.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Início de uma nova época

Olá cambada!
Depois de umas merecidas férias de verão, lá retomamos os nossos treininhos. Desta vez fomos até à localidade de
Aradas, bem perto da cidade de Aveiro. Como é habitual, a maior parte dos carunchosos ficaram em casa, até mesmo o último elemento a pertencer a esse tgrupo, ou seja, o Trilhos. Apenas eu e o Trepador, nos fizemos à estrada para participar na 1ª maratona do Futebol Clube Bom Sucesso, com 60 quilómetros mas de dificuldade média-baixa, o que para início de época até calhou bem.
Sem muitas dificuldades lá chegamos à dita terreola e
estacionamos a viatura no campo de futebol do clube local. Nestas instalações teria o início e o fim da maratona bem como os locais de lavagem das “burras” e dos banhos da malta.
Às 09h30 e sem atrasos, lá começamos a prova, passando por várias artérias daquela localidade. Sem grandes subidas e sem grandes zonas montanhosas por aqueles lados, fizemos um percurso variado, com vários estradões de terra batida, entre algumas zonas de cultivo e algumas zonas mais florestais.
Com o tempo bem quente e ao passarmos por uma localidade daquela zona, deparámos com uma
senhora no quintal da sua residência, munida de uma mangueira a refrescar a malta com água bem fresquinha (já parecia a volta a Portugal em bicicleta).
Com alguma dificuldade devido ao caruncho acumulado nas férias, lá chegamos ao fim de mais uma etapa de BTT.
Em relação ao percurso, não podíamos esperar mais pois naquela área não são abundantes as zonas montanhosas. Praticamente sem single tracks e com muitos estradões, valeu pelo desfrute de algumas paisagens e pelo convívio. Podemos dizer que, para quem organizou pela primeir
a vez uma maratona não estiveram nada mal, pois ao nível de marcações ninguém se podia queixar. Nunca tinha visto uma coisa assim, pois de 20 em 20 metros, mais coisa menos coisa, lá estavam as fitinhas azuis. A meu ver, só aponto para dois aspectos menos positivos. 1º - Apesar de terem várias zonas de abastecimentos, as mesmas não dispunham de muita coisa, era só água e laranjas. 2º - O almoço podia ter sido melhor. Mesmo assim não deixou de ser um dia bem passado.


Até ao próximo!
Abraços e beijnhos!

Saca Saca

Rescaldo da prova no Fórum BTT


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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Senhora do Salto

Boas Betetistas!
O meu amigo e conterrâneo Serge, novo nestas andanças mas já com uma presença no nosso passeio de Ribeira de Pena e fã da serra de Valongo ao Domingo, conseguiu enganar-me e fez-me levantar da cama num Domingo de manhã!!!! para irmos fazer um trilho de 40 e poucos kms até à Sra do Salto em Aguiar de Sousa, Paredes.

Fui buscar este trilho à crónica feita no forum btt do Clube Mondraker Zona Norte, site esse que disponibiliza muitas e boas fotos e resumos de vários trilhos por Valongo e outros locais.
Durante a semana, tendo ficado sem efeito a ida a Montalegre, terra dos pais do Serge (fica no entanto prometida a tal posta barrosã), eu e o Saca Saca fomos precisamente fazer este trilho, servindo mais como um reconhecimento e um treininho para a rentrée.


Bem, respectivo convite feito no blog para a malta aparecer, para fazer o trilho sem stress e conviver, ninguém respondeu presente. Sinal do tal surto de Carunchice que anda no ar (e ainda falam na Gripe A). Sem pressas e com algum sono, estou às 09H em ponto nas bombas da Esso, perto do Estádio dos Sonhos do Ermesinde. Tempinho já a aquecer mas propício para pedalar. Gajas boas àquela hora nem vê-las. Devem ter arrancado mais cedo para o monte…..

Sendo assim, metemo-nos então ao asfalto, direcção Campo, Valongo, por estrada até lá e depois veio uma mistura de trilhos, singletrack´s, com passagem por uma auto estrada e viadutos em projecção, pontes romanas e uns altares, até chegar ao Parque natural da Sra do Salto, onde fica a Capela, uma zona de merendas e também de escalada para os aficcionados, junto do Rio Sousa - nome majestoso deste Rio! Hora das fotos da praxe junto ao rio e do lanche merecido, nesta altura já o Serge fazia contas à viagem de regresso, pois o treino não tem sido muito nas férias, pelo que optamos por não fazer a totalidade do trilho, cortando caminho a um bocado do percurso em que eu e o Saca Saca andamos à nora com o GPS da última vez - avaria técnica do material!!!! - e lá regressamos à Santa Terrinha em amena cavaqueira e a pensar já no próximo treininho.
Por mim, tudo bem, já que é para levantar cedo ao Domingo ao menos que seja a horas certas para fazer companhia à betetista feminina de Ermesinde. Faz-se um sacrifício em nome da modalidade e da camaradagem!!!


P.S. E já agora um pouco de cultura. Conta a lenda da Sr.ª. do Salto que um cavaleiro que perseguia o Diabo, encarnado sob a forma de um veado, saltou inadvertidamente sobre o abismo no Lugar do Salto. Ao cair invocou fervorosamente a protecção da Senhora e por milagre cavalo e cavaleiro pousaram sãos e salvos na outra margem, no sítio onde ainda se vêm as marcas das ferraduras do cavalo. Em sinal de agradecimento pelo milagre, o cavaleiro terá mandado construir uma pequena capela à Nossa Senhora do Salto, cuja imagem é objecto de veneração popular há muito tempo...


O TREPADOR

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Etapa da volta - Srª da Assunção (Sto Tirso)

VAMOS Á VOLTA A PORTUGAL
No proximo dia 12 de Agosto, a Volta a Portugal chega à Sr.ª da Assunção em Santo Tirso, que altura melhor para irmos nas nossas "burras" até lá e ver a caravana da volta.

O reconhecimento já está feito (ver crónica aqui), por isso quem estiver interessado, só tem que se apresentar cerca das 14H00, em casa do Trepador (pode ser que ele ofereça o lanche), para arrancarmos para o Monte Córdoba.




O Percurso tem cerca de 33Km(ir e vir) sempre por estrada.

12 Ago: 6.ª etapa, Barcelos-Sª da Assunção(St Tirso)-174,6 km

A chegada dos corredores está prevista ás 17H15.

O que diz Joaquim Gomes acerca desta etapa:
À sexta etapa chegaremos a um dos momentos mais importantes desta Volta. A maior parte dos corredores e dos directores-desportivos preocupam-se particularmente com a Sra. da Graça e com a Serra da Estrela, mas há algo que vai ficando marcado nas edições anteriores da Volta como uma das etapas mais importantes. A “descoberta” há três anos do monte de Nossa Sra. da Assunção, no concelho de Santo Tirso, tem proporcionado algumas mudanças na classificação geral individual porque o final da etapa é difícil. Depois da saída de Barcelos, a caravana rumará em direcção ao litoral passando em concelhos como Esposende, Viana do Castelo e acompanhará, em determinados momentos, o curso do rio Lima. A etapa vai passar também por Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e depois, numa zona mais montanhosa, vai seguir em direcção a Vila Verde, passando por Braga, Guimarães e finalmente vai terminar em Santo Tirso. Acredito que nos últimos seis ou sete quilómetros, em direcção ao Monte Córdoba, conhecido pelo santuário de N. Sra. da Assunção, haverá milhares de espectadores para brindar os mais afoitos deste pelotão da 71ª edição da Volta a Portugal.”

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

71.ª Volta a Portugal

Site da Prova
Descrição das etapas pelo Director de Prova Joaquim Gomes



A NOSSA VOLTINHA , 05AGO-16AGO 2009







05 Ago: Prólogo, Lisboa (CRI) - 2,4 km - (Cândido Barbosa)
06 Ago: 1.ª etapa, Caldas da Rainha-Castelo Branco - 228,7 km - (Manuel Cardoso)
07 Ago: 2.ª etapa, Idanha-a-Nova - Guarda - 175 km - (Cândido Barbosa))
08 Ago: 3.ª etapa, Fundão - Gouveia - 164,3 km - (Patrik Sinkewitz)
09 Ago: 4.ª etapa, Trancoso - Senhora da Graça - 158,1 km - (João Cabreira)
10 Ago: Dia de Descanso (Felgueiras)
11 Ago: 5.ª etapa, Felgueiras - Fafe - 184,6 km - (António Piedra)
12 Ago: 6.ª etapa, Barcelos-Sª da Assunção(St Tirso)-174,6 km - (Eládio Jimenez)
13 Ago: 7.ª etapa, Pvª de Varzim-S. João da Madeira-161,8 km - (Danilo Hondo)
14 Ago: 8.ª etapa, Gondomar - Aveiro 166,1 km - (Olego Chuzhda)
15 Ago: 9.ª etapa, Oliveira do Bairro - Torre - 154,6 km - (Nuno Ribeiro)
16 Ago: 10.ª etapa, Viseu (CRI) - 30,8 km - (Hector Guerra)
Total: 1.601 km





Equipas Portuguesas:
Barbot-SiperCC
Loulé-Louletano-Aquashow
LA-Alumínios Rota dos Móveis
Liberty Seguros
Madeinox-Boavista
Palmeiras Resort-Prio-Tavira

Estrangeiras:
Agritubel (FRA)
Andalucía-Cajasur (ESP)
Contentpolis-Ampo (ESP)
Fuji-Servetto (ESP)
ISD-Neri (ITA)
Lampre-NGC (ITA)
Landbouwkrediet (BEL)
PSK Whirlpool (CHE)
Skil-Shimano (HOL)
Xacobeo Galicia (ESP)
144 Atletas


Prémios:
Camisola amarela (geral): €18.980 - Nuno Ribeiro
Camisola branca (pontos): €1.500 - Cândido Barbosa
Camisola verde (montanha): €1.500 - Nuno Ribeiro
Camisola laranja (juventude): €1.500 - Tiago Machado
Etapa: €3.615

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Pedro "Trilhos" em recuperação

Atleta do ano 2008 e fã incondicional das duas rodas, o Trilhos, salvo erro na semana passada, quis verificar se o seu equipamento de protecção individual era de qualidade e resolveu espalhar-se ao comprido na sua moto quando regressava do trabalho. Um "nobre" cidadão a sair de estacionamento com a sua viatura, não tomou as devidas precauções e mandou aqui o nosso amigo ao tapete, felizmente sem grandes consequências físicas para ele, a não ser o susto e algumas escoriações.
O Trilhos lá teve que ficar assim uns dias em repouso e abster-se de andar de bike com malta, devido ao caruncho ganho pelo acidente. Trilhos parece que vais ser tu nos próximos tempos a ficar com as chaves do meu carro nas provas....
O pessoal do Bike17Eco deseja-te as melhoras.

PS. Como não podia deixar de ser, não faltaram as visitas diárias dos seus dois primos, o Tino e o Fusca, a sua casa, que lhe deram todo o apoio. Um bem haja para eles.

O Trepador



segunda-feira, 6 de julho de 2009

Puro BTT na Cidade Berço

Mais uma vez e para não variar, o grupo dos menos carunchosos do Bike17Eco, ou seja, Eu, Trepador, Trilhos e Ni Amorim, juntamo-nos, no passado dia 06 de Julho, para desbravar mais um trilho.

Desta vez foi escolhido um percurso com início e fim na cidade berço, com 64 quilómetros previstos, mais coisa menos coisa.
Os primeiros quilómetros foram feitos por algumas artérias da cidade, onde seguimos depois pela EN 101, até chegarmos à pista de cicloturismo que liga Guimarães a Fafe.

Depois de percorrermos toda a pista e de termos desfrutado de algumas belas paisagens por aquela zona, chegamos à Rua dos Aliados (não é no Porto, é em Fafe), onde até tem um restaurante com o nome do verdadeiro presidente – Restaurante Pinto da Costa.
Após atravessarmos a cidade de Fafe, entramos numa zona mais rural e aí começaram a surgir as dúvidas do nosso navegador de serviço, Trilhos, que já não sabia se estávamos a fazer o percurso ao contrário ou não (já parecia o GPS do Vitokourov). Por falar em cromos e ao passar na localidade de S. Gens, deparamo-nos com uma placa bem grande de um candidato autárquico, o verdadeiro e único Vítor Silva.
Quase sempre por estrada, o que já nos estava a aborrecer (que o diga o Trepador, que estava sempre a resmungar), pois o que nós gostámos é de monte, passamos por uma localidade chamada Ribeiros, onde ficamos a conhecer uma lenda bem peculiar daquela zona, A Lenda da Bicha das Sete Cabeças .

Mais uns quilómetros percorridos e quando estávamos quase a atingir o ponto mais alto do trilho, o Ni Amorim começou a evidenciar a sua falta de treino, pois já dizia “Estais a puxar muito!”.
Atingido o tal ponto mais alto, claro está, que agora iríamos ter umas descidas para relaxar. Como estava na hora de encher o bandulho, lá fomos procurando um local para encostar, até que encontramos a “Fonte da Pereira”, com uns banquinhos à sombra e água fresquinha.

Pouco tempo depois e como já estávamos fartos de ouvir o Trepador a dizer que o que ele queria era monte, lá deixamos a estrada e começamos a curtir uns caminhos em terra mas foi por pouco tempo. Digo isto, porque tinha chegado a altura do “Puro BTT” e começamos logo a desbravar terreno, só que não tínhamos nenhuma “catana” para ajudar. O Trilhos ainda fez os primeiros metros mas como os picos eram tantos e como o Trepador esteve sempre a reclamar por monte, logo lhe cedeu a dianteira para ele desfrutar daquele belo momento. Enquanto isto se passava, o Ni Amorim procurava uma moca bem grande para malhar no artista que decidiu escolher aquela parte do percurso. Com alguma dificuldade lá chegamos à Barragem da Queimadela, mas não ficamos queimados, ficamos sim, bem arranhados.

Depois daquele breve massacre, chegou a hora do “spa”, com uns belos de uns mergulhos naquelas águas

maravilhosas (que bem que soube!) e uns banhos de sol à mistura.
Como não podíamos ficar ali o dia todo, infelizmente, e como ainda tínhamos muitos quilómetros para fazer, lá montámos nas burras (ainda houve um artista com uma ideia mas que não colou, que era: “Ah e tal, agora vocês (Eu e o Trepador) vão buscar os carros que nós ficamos aqui à espera”. Pois isso, era bom, não era?).

Mais umas “subiditas!!!”, algumas delas com as burras às costas, lá fomos fazendo o percurso, variando entre estradas municipais e caminhos em terra, rumo a Guimarães.
Resumindo, não foi um trilho muito agradável (esta é a minha opinião e certamente é também a dos meus companheiros de luta), pois fizemos muitos quilómetros por estrada. Valeu pelo treino, pois no final, tínhamos 70 quilómetros nas “perninhas” e valeu também pelo convívio, claro. Mais um dia bem passado!


Até ao próximo!
Beijinhos e abraços!

Saca Saca

sábado, 4 de julho de 2009

Tour 2009


Site oficial

CANDIDATOS:

Lance Armstrong, Astana, EUA — Vencedor, 1999-2005;
Carlos Sastre, Cervelo, Espanha — Vencedor, 2008;
Alberto Contador, Astana, Espanha — Vencedor, 2007;
Cadel Evans, Silence-Lotto, Austrália — 2º classificado, 2008;
Denis Menchov, Rabobank, Rússia — 3º classificado, 2008;
Levi Leipheimer, Astana, EUA — 3º classificado, 2007;
Christian Vande Velde, Garmin-Slipstream, EUA — 4º classificado, 2008;
Frank Schleck, Saxo Bank, Luxemburgo — 6º classificado, 2008;
(impedido de participar) Alejandro Valverde, Caisse d'Epargne, Espanha — 9º classificado, 2008;
Michael Rogers, Columbia-Highroad, Austrália — 9º classificado, 2006;
Andy Schleck, Saxo Bank, Luxemburgo — 12º classificado, 2008;
Damiano Cunego, Lampre, Itália — melhor jovem, 2006.


Prémios:
Camisola amarela: €450,000 - Contador (Astana)
Camisola verde (pontos): €25,000; Hushovd (Cervelo)
Camisola pintas vermelhas (montanha): €25,000 - Pellizotti (Liquigas)
Camisola branca (juventude):€ 20,000 - Andy Shleck (Saxo bank)
Prémio super combatividade:€20,000 - Pellizotti (Liquigas)
Melhor Equipa: €50,000 -
Astana
Vitória da etapa: €8,000;

Quem vencerá, este TOUR??
Aceitam-se prognósticos:

terça-feira, 30 de junho de 2009

Baião

Mais um treininho só para duros…

Desta vez, como íamos para terra de gente dura, só os duros poderiam comparecer.

Claro está que me estou a referir à minha pessoa, Trepador, Trilhos e o duro dos duros o grande Xinateiro, que nos deu o prazer da sua companhia.
Pela manhãzinha, partimos em direcção a Santa Marinha do Zêzere, com passagem por Padronelo, para o Xinateiro matar as saudades do pão regional.

Chegados a casa dos meus pais, Arieiros, SMZ, foi só equipar e toca a pedalar.

Para o aquecimento começamos logo com um subida, por trilhos onde já não passava há mais de 15 anos, daí ter surgido alguma dificuldade em encontrar o caminho certo.

Depois de engatar foi só pedalar pelas belas paisagens da terra.
Na primeira descida um pouco mais sinuosa do que é habitual encontrarmos, o Xinateiro, deu-nos o prazer de o vermos cair, com direito a foto e tudo.
Continuamos por trilhos mais ou menos técnicos, mas com muita subida, até chegarmos a um café em Valadares, onde comemos uma bifanas deliciosas acompanhadas da respectiva “cuca”.
Sem perder muito tempo, montamos as burras e toca a subir até ao alto da Serra de Amarelhe.

Fartos de ouvir o Trepador a fazer birra para dar um mergulho numa represa, o Xinateiro descobriu uma piscina de primeira, no alto da serra, e sem grandes hesitações, o Trepador saltou lá para dentro .
Atingido o topo da montanha, foi só descer, com direito a velocidades aceleradas para fugir aos cães, que o diga o Xinateiro.

No final foi o descanso do guerreiro, num banhinho em piscina com hidromassagem, como se pode ver na foto.

Pena que mais companheiros não tivessem comparecido, mas estou certo que para a próxima terei o prazer da companhia de outros, que destes já estou farto…

Até breve…


Ni Amorim.



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domingo, 28 de junho de 2009

1º Raid BTTALFENENSE.

Desta vez, eu, Saca Saca, Trepador, Santiago Bip Bip, Santos e Litos Compostela, fomos para Alfena, bem perto da casa do Trepador, participar no 1º Raid BTTALFENENSE.

Inicio a rolar rápido por estrada até entrar na serra de Valongo, aí comecei logo a levar coça da topografia, devido à minha actual forma física.

Já estava a pedalar para a frente mas a “andar para trás” quando olho para a frente e vejo toda a gente a subir uma rampa descomunal, que ia rebentar comigo com certeza, quando vejo 2 setas pintadas nas pedras a indicar o caminho à direita por um singletrack, -“Será por aqui?” pensei eu.
Quando ouço alguém atrás de mim a gritar como se estivesse a responder ao meu pensamento (se calhar pensei alto!), -“É á direita, vão todos enganados”.
-“De certeza”? Questionei sem força sequer para olhar para trás, -“ Sim, fui eu que marquei o percurso.” Responderam-me.
Foi a minha salvação, um singletrack à maneira em vez daquela subida, e lá fui eu mais uma meia dúzia de atletas pelo caminho correcto.

Na junção do singletrack, com o caminho alternativo (e que só serviu aos batoteiros para cortar caminho de certeza), que quase toda a gente tinha tomado erradamente, vejo o Trepador á porrada com a bicicleta, fui ter com ele, e vi que ele tinha tido um furo.
Fiquei lá só para dar apoio moral, mas ele não foi na conversa do apoio moral e pôs-me também a dar à bomba, quando aparece o Saca Saca, que nem apoio moral veio dar e o Bip Bip, que está em grande forma (deu-me a descomunal coça de 1hora de avanço em Viana do Castelo), mas que desta vez tinha que vir a gerir pois tinha uma rotura no músculo da perna.
Por esta altura ao Santos e ao Litos Compostela, já ninguém os via, o Santos por estar em grande forma, (já o tinha provado em Portalegre) mas o Compostela devia ser por já andar a cortar caminho (como é seu costume) e por estar cheio de medinho que eu o deitasse pelos penhascos abaixo, que por sua vez também andava á procura do gajo das rodas em carbono para lhe dar o mesmo destino.

Continuando caminho, não faltou muito para a bicicleta de arame, do Trepador voltar a dar problemas, desta vez rebentou a câmara-de-ar, lá tive que dispensar a minha única câmara e mais um bocado de apoio moral, igual ao da primeira vez, a dar á bomba. Entretanto o Saca Saca e o Bip Bip, foram “andando devagar”, e nós 2 ficamos para trás ao ponto de atrasarmos a moto4 vassoura, que ainda esteve uns bons 10 minutos parada á nossa espera.

Continuando em ritmo acelerado para tentar apanhar os 2 que tinham “ido devagar” e principalmente para fugir ao último lugar que estava então confortavelmente seguro por 2 representantes BIKE17ECO, mas nunca mais os apanhamos, até chegar ao abastecimento onde ambos nos esperavam.
Soubemos da queda do Bip Bip, que já meio desmoralizado, nos disse que ia “andando devagar” (nunca mais o vimos). E enquanto eu e o Trepador comíamos, fomos ouvindo as críticas do Saca Saca, que já estava há não sei quanto tempo á nossa espera e para nos despacharmos que estávamos a perder muito tempo, por causa da bike do Trepador. Ora o gajo da bicicleta de pau a criticar o da bicicleta de arame, ia ter que haver troco.

A seguir ao abastecimento com calma, porque já não éramos os últimos lá fomos pedalando até que a faltar 5 kms para terminar, a bicicleta de pau do Saca Saca resolve furar também, foi o destino a dar o troco pelas críticas, lá tive que dar mais um bocado de apoio moral.

O percurso com muitos singletrack`s que eu não conhecia, excelentes para fugir aos habituais estradões em pedra solta, que fazemos quando vamos para estes lados, um percurso certamente para repetir com tempo seco, mas na minha opinião era de evitar o banho no Rio Leça, que infelizmente não é mais que um esgoto a céu aberto, (era um cheiro a água choca!!)

Depois do banhinho, o almoço ao ar livre (ainda bem que nesta fase não choveu) mas de pé. A ideia do churrasco é boa, mas depois do esforço sabia bem comer sentado.

Ficou a promessa da organização de mais raids destes, que certamente irão atrair mais atletas no futuro e a nossa promessa de lá voltar para explorar melhor estes trilhos.

Pedro "Trilhos"

PS: Dois dias depois, pego na minha bicicleta (feita também dum material qualquer reles) e vejo que tinha partido um raio da roda traseira. Afinal também houve troco para mim...

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