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domingo, 3 de setembro de 2017

NGPS PALMELA - A ROTA DOS SABORES

**A 6.ª etapa do circuito NGPS deste ano foi em Palmela e mais uma vez os mafarricos do Bike17Eco (eu, Sérgio Fugas e Sousa Trepador) estiveram presentes. 
**Apesar da distância, Eu e o Sérgio Fugas, decidimos conquistar o castelo e no dia anterior lá fizemos a viagem até à base da logística, ou seja, até à casa do xouriço Sousa Trepador, situada em Corroios.
**O início da viagem foi um pouco complicado, pois sair do Porto numa sexta-feira ao fim da tarde é o verdadeiro caos. O resto fez-se tranquilamente, mas só até à entrada da cidade de Lisboa, pois naquele momento, o motorista de serviço decidiu aldrabar o trajecto mais rápido e fazer uma visita ao centro da cidade (o Sérgio queria conhecer aquela zona da cidade, lol!).
**Demoramos mais um pouco mas lá conseguimos chegar a Corroios, onde os anfitriões nos receberam como sempre, ao mais alto nível e nos presentearam com um excelente manjar.
**No dia seguinte, de manhã cedinho, fizemos o curto trajecto de carro até Palmela, mais propriamente até ao Largo São João Baptista, junto à Casa Mãe da Rota dos Vinhos, local do secretariado e início da prova.
 **Pelas 08h30, iniciamos o percurso, que começou logo a subir e nos levou de imediato até ao alto do Castelo de Palmela, local de onde se pode apreciar a fantástica paisagem envolvente.
Depois da visita ao castelo, poucos quilómetros depois entramos num estradão em terra batida sempre junto aos moinhos de vento, percurso este bastante rápido pois não apresentava grandes dificuldades.
**Por falar em estradões de terra batida, o percurso escolhido baseava-se muito nos mesmos, aparecendo por vezes uns pequenos “single tracks” sem grande interesse, mas tínhamos que aceitar essa escolha porque o Parque Natural da Serra da Arrábida é uma área protegida e não se pode circular “à Lagardère”.
**Inicialmente estava previsto fazermos o percurso mais curto, de 50 Km (o que para mim chegava e sobrava) mas dois xouriços decidiram que devíamos fazer o percurso mais longo. Ainda me lembro da conversa deles: “Ah e tal, fazer tantos quilómetros do Porto até aqui para percorrer apenas os 50 Km. Não, vamos para os 68, que se faz bem!” Pois amigos, só vos digo isto, a vontade no início era muita, mas depois já não foi bem assim. Não treinam e depois as “cabras” começam a chatear!
**Mas o que importa realçar nisto tudo é o magnífico convívio e a amizade que existe entre estes mafarricos, aliado ao prazer da prática do BTT, que eu espero que dure muitos e muitos anos.
 **Tenho que deixar aqui a minha nota de agradecimento à família Gil, especialmente à D. Carla, por aturar estes “homes” do Norte!
Tenho dito!

Pimenta Saca Saca

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