
Mais uma vez e para não variar, o grupo dos menos carunchosos do
Bike17Eco, ou seja,
Eu,
Trepador,
Trilhos e
Ni Amorim, juntamo-nos, no passado dia 06 de Julho, para desbravar mais um trilho.
Desta vez foi escolhido um percurso com início e fim na cidade berço, com 64 quilómetros previstos, mais coisa menos coisa.

Os primeiros quilómetros foram feitos por algumas artérias da cidade, onde seguimos depois pela EN 101, até chegarmos à pista de cicloturismo que liga Guimarães a Fafe.
Depois de percorrermos toda a pista e de termos desfrutado de algumas belas paisagens por aquela zona, chegamos à Rua dos Aliados (não é no Porto, é em Fafe), onde até tem um restaurante com o nome do verdadeiro presidente –
Restaurante Pinto da Costa.

Após atravessarmos a cidade de Fafe, entramos numa zona mais rural e aí começaram a surgir as dúvidas do nosso navegador de serviço,
Trilhos, que já não sabia se estávamos a fazer o percurso ao contrário ou não (já parecia o GPS do Vitokourov). Por falar em cromos e ao passar na localidade de S. Gens, deparamo-nos com uma placa bem grande de um candidato autárquico, o verdadeiro e único Vítor Silva.

Quase sempre por estrada, o que já nos estava a aborrecer (que o diga o
Trepador, que estava sempre a resmungar), pois o que nós gostámos é de monte, passamos por uma localidade chamada Ribeiros, onde ficamos a conhecer uma lenda bem peculiar daquela zona,
A Lenda da Bicha das Sete Cabeças .
Mais uns quilómetros percorridos e quando estávamos quase a atingir o ponto mais alto do trilho, o
Ni Amorim começou a evidenciar a sua falta

de treino, pois já dizia “Estais a puxar muito!”.
Atingido o tal ponto mais alto, claro está, que agora iríamos ter umas descidas para relaxar. Como estava na hora de encher o bandulho, lá fomos procurando um local para encostar, até que encontramos a “Fonte da Pereira”, com uns banquinhos à sombra e água fresquinha.
Pouco tempo depois e como já estávamos fartos de ouvir o
Trepador a dizer que o que ele queria era monte, lá deixamos a estrada e começamos a curtir uns caminhos em terra mas foi por pouco tempo. Digo isto, porque tinha chegado a altura do “Puro BTT” e começamos logo a desbravar terreno, só que não tínhamos nenhuma “catana” para ajudar. O
Trilhos ainda fez os primeiros metros mas como os picos eram tantos e como o

Trepador esteve sempre a reclamar por monte, logo lhe cedeu a dianteira para ele desfrutar daquele belo momento. Enquanto isto se passava, o
Ni Amorim procurava uma moca bem grande para malhar no artista que decidiu escolher aquela parte do percurso. Com algu

ma dificuldade lá chegamos à Barragem da Queimadela, mas não ficamos queimados, ficamos sim, bem arranhados.
Depois daquele breve massacre, chegou a hora do “spa”, com uns belos de uns mergulhos

naquelas águas
maravilhosas (que bem que soube!) e uns banhos de sol à mistura.
Como não podíamos ficar ali o dia todo, infelizmente, e como ainda tínhamos muitos quilómetros para fazer, lá montámos nas burras (ainda houve um artista com uma ideia mas

que não colou, que era: “Ah e tal, agora vocês (
Eu e o
Trepador) vão buscar os carros que nós ficamos aqui à espera”. Pois isso, era bom, não era?).
Mais umas “subiditas!!!”, algumas delas com as burras às costas, lá fomos fazendo o percurso, variando entre estradas municipais e caminhos em terra, rumo a

Guimarães.
Resumindo, não foi um trilho muito agradável (esta é a minha opinião e certamente é também a dos meus companheiros de luta), pois fizemos muitos quilómetros por estrada. Valeu pelo treino, pois no final, tínhamos 70 quilómetros nas “perninhas” e valeu também pelo convívio, claro. Mais um dia bem passado!

Até ao próximo!
Beijinhos e abraços!
Saca Saca