
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Passeio à citânia de Sanfins - Paços de Ferreira

No final da conquista se veria…???
Tudo começou uns dias precedentes, numa tarefa ciclópica, vários batedores ( Pedro Trilhos, Sérgio Fugas, Sousa Trepador, Vitinha e Pimenta Saca Saca) encarregaram-se de bater o terreno, a fim de analisar, o melhor trajecto, e projecto para o ataque à Citânia.
No dia do Ataque, com o projecto nas mãos, às 07H00, encontrava-se o Pedro Trilhos, um dos batedores, junto do ponto de encontro, previamente estabelecido por ele, a 17ª Esq.


Tudo se processou de uma forma normal e dentro do horário, conforme o estabelecido.

A viagem teve inicio para o ponto de inicio do Ataque (Campo do Carvalhosa – Paços de Ferreira) mas o insólito aconteceu, o batedor que abria caminho (Pimenta Saca Saca) enganou-se no caminho…..É verdade mesmo após várias incursões, o mapa não estava perfeito… estaria sabotado!!!!
Por fim, após uma consulta ao outro Batedor (Pedro Trilhos), chegamos!!

Começou o ataque! Por terrenos lamacentos, com charcos de água, pedras e calhaus, folhas e paus, elementos naturais que nos dificultaram a conquista do objectivo, mas que se cumpriu debaixo de alguma chuva.
Chegado ao local deparamo-nos com o abandono do sítio!! Tiveram

Permanecemos na Citânia durante longos minutos, o que nos possibilitou o momento único de bebermos da história e podermos imaginar a vida que outrora, gentes que habitaram aquele local, teriam tido.
Após esses maravilhosos momentos, de contemplação e exploração da Citânia, chegou a hora do regresso, a descida da Citânia, efectuou-se de forma cautelosa, o terreno assim o exigia, escorregadio e traiçoeiro, até à descoberta da nascente do Rio Leça.
Após a foto de presença no local da nascente, foi cavalgar (pedalar) até à Capela de São Gonçalo, situada no monte com o mesmo nome, local onde alguns dos cavaleiros, aproveitaram para agradecer ao Santo, (descida da escadaria com as bikes) o facto de ainda se sentirem bem, após a épica conquista.
Dai até ao ponto de partida foi um salto, chegado ao local, limpeza das armaduras, e encaminhamento para o local de repasto, que se situava bem perto.
O Almoço bem servido, abundante na quantidade, com qualidade apreciável, acompanhado de dois néctares regionais agradáveis ao palato, seguido de sobremesa conventual e a finalizar, café acompanhado de um intrigante e misterioso digestivo de fabrico caseiro.
Bem, no final, poderíamos dizer que afinal sempre foi possível a conquista e é com certeza, um dia para mais tarde recordar com agrado, pois o mesmo foi efectuado na companhia de alguns elementos do BIKE17ECO, assim como de amigos e companheiros de luta à preguiça…
Bem ajam!
Até ao próximo!!
Abraços.
Paulo Rebanda.
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