sexta-feira, 31 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Casaco de Inverno
sábado, 11 de outubro de 2008
BIKE17ECO, na 2.ª Grande Maratona BTT Cidade da Póvoa de Varzim
Chegados ao local de partida e meta, junto da Praça de Touros (local mais apetecível pois era o do tacho), Piscina (banhos), Estádio Municipal do Varzim, etc.. existindo amplos parques de estacionamento para todos os gostos e feitios.
Pouco depois também chegavam os nossos amigos da EIC, juntando novamente o BIKE17ECO com a SPRINT VELOCE TEAM e a ECOBIKE, com atletas de renome internacional e rural, pelo que nos deslocamos todos para o controlo individual zero, com o início da prova marcado para as 09H30.
Depois da partida, em que devido ao n.º elevado de participantes começaram os já habituais engarrafamentos, ultrapassagens à Fangio*, etc..., percorremos a principal Avenida da marginal para sair em direcção à A28 pela estrada, existindo depois um desvio para entramos num piso de terra bastante rápido com passagem pela ciclovia até Balazar o que deu para fazer um bom aquecimento de pernas; uns mais devagar, outros com mais pedalada, começaram algumas dificuldades em trilhos mais técnicos e picadas curtas mas acentuadas, sendo que o aglomerado de betetistas em nada facilita a tarefa dos mesmos mas lá conseguimos chegar juntos (o pessoal da EIC nesta altura já ia mais à frente) ao 1º abastecimento da prova marcando os 25 kms.
me atirei literalmente para o soalho e só quis repousar alguns minutos e pôr as ideias em dia...As notícias são como o vento, soube-se de uma queda colectiva na meta, protagonizada pelos artistas da fuga, com colaboração especial do Trilhos, Vitokourov e Márito, o que deu para dar alguma animação à prova, (pelo menos a quem via).
Posso dizer que me dou como satisfeito com a minha primeira participação e de ter conseguido, com muito suor e sofrimento, ter chegado ao fim, sabendo também, que havia mais pessoal atrás de mim ainda por chegar.
Era a alturinha do grande banho e da bóia, o que estava mesmo a precisar. Valeu a pena e venha outra.
Sérgio
*Juan Manuel Fangio "El Chueco" (O Manco) (1911 – 1995)
Automobilista Argentino único piloto da história da Formula 1 que foi campeão por 4 equipas diferentes, correu 51 grandes prémios, obteve 24 vitórias e 29 pole positions.
sábado, 27 de setembro de 2008
Passeio pelas represas do Marão
Pois é, mais um dia bem passado na companhia dos bikistas da 17ECO, lá para os lados do Marão.
Estava tudo a correr bem até aos primeiros 100 metros de subida, não fosse a incompatibilidade do boiadeiro com a sua bike, que o levou a desistir, pois é ainda há quem diga que os trinta é o auge do homem, coitadas das brasileiras!!!.
Passada esta etapa triste, começou a vez do ora bem chorinhas que, enquanto pedalava só chorava mas nunca desistiu, também, quem tem uma scotch Yamaha dt segura não se esperava
Na cauda lá vinha o carunchoso com o seu tripé feito de canos da água com duas rodas e um descanso mas que, graças a ele e à sua relíquia podemos tirar fotos em família. É por estas e por outras, que faz sempre jeito levar o carunchoso. Mais á frente, estava eu a pedalar com todas as minhas forças quando, de repente, oiço uma voz atrás de mim "oi Castro, você aí, está mi ouvindo", assustei-me, por momentos pensei que estava a entrar em território Brasileiro mas, para meu espanto era o trepador que vinha na minha roda, lá pensava que estava a subir as montanhas dos Açores, claro que tal ida àquele Arquipélago o deixou debilitado, também não é para menos, com a companhia do boiadeiro, só poderia vir de lá a falar brasileiro. Agora à que treinar para voltar ao melhor nível. No meio disto tudo, notou-se a falta da estrela de cinema mais conhecido como o chungalized, sim, aquele que tem capacete specialized, calções specialized, óculos specialized, luvas specialized, cuecas specialized e claro bike specialized específica só para descidas, parece que adivinhou pois este trilho era grande parte só subidas e com tanta coisa specialized, só faltava as pernas da mesma marca.
E pronto, cheguei ao fim desta pequena crónica da treta e até breve, encontramo-nos por esses trilhos.
Um abraço deste vosso amigo que tem a mania que é uma espécie de bikista.
Castro
Crónica do reconhecimento deste Passeio
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Passeio dos Patrocinadores
Finalmente fizemos o Passeio dos Patrocinadores.

Com as comparências de: Mouteira, Pedro, Sousa, Assunção, Amorim, J. Almeida, M. Almeida e Presas, (apenas 8 dos 26 que adquiriram o equipamento). De qualquer forma, e assumindo a máxima de que só faz falta quem cá está, fizemos o giro por todos os patrocinadores agradecendo e mostrando aquilo que pagaram.
Infelizmente houve uma queda, o J. Almeida (claro), desta vez com consequências mais graves além do orgulho também fracturou o Rádio (para não haver dúvidas: o mais pequeno dos ossos que constituem o antebraço).
Terminamos o passeio a meter gasolina, no restaurante "O Pescador" na Afurada.


Pedro "Trilhos"
Com as comparências de: Mouteira, Pedro, Sousa, Assunção, Amorim, J. Almeida, M. Almeida e Presas, (apenas 8 dos 26 que adquiriram o equipamento). De qualquer forma, e assumindo a máxima de que só faz falta quem cá está, fizemos o giro por todos os patrocinadores agradecendo e mostrando aquilo que pagaram.
Infelizmente houve uma queda, o J. Almeida (claro), desta vez com consequências mais graves além do orgulho também fracturou o Rádio (para não haver dúvidas: o mais pequeno dos ossos que constituem o antebraço).
Terminamos o passeio a meter gasolina, no restaurante "O Pescador" na Afurada.
Pedro "Trilhos"
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Paços de Ferreira, onde até os calhaus têm nome.
Iniciamos, no topo, junto ao Radar n.º2 da Força Aérea, e lá fomos atrás do Ferreira, por terreno muito técnico, (o mais técnico por onde andei), e onde cheguei à conclusão que não percebo nada disto, ao ver o Ferreira, já batido por aquelas andanças, a mostrar os seus dotes técnicos, tanto a subir como a descer, onde até os calhaus têm nomes, como é o caso do “Jurássico” ou do “Penedo das Setas”.
Pedro "Trilhos"
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Viagem ao Rio Tua
Após uma breve experiência sobre a linha, executada pelo Jorge, que mesmo com a sua bike de suspensão total, disse não ser praticável, lá fomos pela estrada, com este assunto arrumado, (julgava eu).
Primeira paragem alguns metros mais adiante, uma Figueira mesmo na berma da estrada, e começamos a longa jornada, logo a encher o bandulho de figos para dar força, pois desce cedo nos apercebemos que a topografia da região não nos ia dar descanso, e aquilo era mesmo tudo a subir.
Segunda paragem também algumas centenas de metros à frente, numa vinha onde podemos provar as uvas da região, e que afinal são o ex-líbris da zona, e reconhecidas internacionalmente, sendo das poucas coisas que ainda vão dando bom nome a Portugal pelo mundo fora.
Já na aldeia do Fiolhal, passamos junto à Igreja, que tinha mesmo à mão de semear, a corda para tocar o sino, claro que o Jorge Almeida não resistiu e tocou o sino, felizmente parece que os habitantes não se incomodaram com a situação, mais tarde ainda se lamentou e disse que deveria era ter tocado o sino a rebate para pôr a aldeia toda em polvorosa, quanto a mim ainda bem que não o fez, a ideia de ver os habitantes todos da região a correr na nossa direcção com forquilhas na mão, é coisa que dispenso.
O caminho continuou, a subir claro, até Carrazeda de Ansiães, onde almoçamos, eu e os Almeidas, no “Restaurante Vinhateiro” onde comemos um franguinho assado, o Vítor Silva, foi comer a outro lado qualquer, ainda não sei porquê.
Continuando a escalada, passamos por um pomar, onde também pudemos provar as maçãs da região, ainda tivemos que saltar algumas cercas, (o costume quando o operador de GPS não percebe nada daquilo).
Uma vez que tínhamos cerca de 30 km feitos e praticamente ainda só tínhamos subido, chegou a alturinha de fazer uma descida ainda por cima em single track.
Mas o Jorge resolveu estragar a descida, e rebentou com o Pneu da frente ao embater numa pedra dando uma queda completamente desamparado, com a agravante de levar o capacete desapertado (até aqui ainda só tínhamos subido e o capacete era só incomodo), eu e o Mário (os mesmo que nos rimos quando o Jorge caiu, na viagem a Santiago de Compostela) que vínhamos mesmo atrás dele, desta vez não nos rimos, pois a coisa parecia grave.
O resultado foi uma pequena escoriação no queixo e um pneu que vai para o lixo mas que na altura teve que ser remendado da melhor forma que conseguimos, pois no meio do monte ninguém tinha um pneu novo para trocar.
Com os Kms a acumularem-se e o passeio a começar a massacrar devido à altimetria, foi a altura de eu dar uma quedazita numa descida pelo meio das vinhas (foi uma queda vinícola, com qualidade demarcada), não me aleijei, mas o que vi quando me levantei, até me doeu a alma, aquele caminho ia desembocar na…
LINHA DO COMBOIO
Para meu espanto, e ao contrário do que tinha ficado assente no inicio, iríamos entrar na linha do comboio, no inicio ainda tentei pedalar, mas nem mesmo as bikes de suspensão total, quanto mais a minha bike com quadro rígido que não foi mesmo feita para aquilo, nem era suposto ser, a única saída dali parecia ser caminhar os restantes 16Km, com a bike à mão.
A uma média de cerca de 5Km/H, iríamos demorar cerca de 3 horas até ao fim e o sol já se estava a pôr.
Como o que está perdido por um, está perdido por mil, ainda nos demos ao luxo de dar um mergulho no Rio Tua, para relaxar, afinal tirando a parte de ser impossível pedalar e estarmos a ficar sem luz, a paisagem era espectacular, uma garganta escarpada e profunda, com o espelho do Rio Tua a passar em baixo.
Foi a nossa sorte, com o sol a pôr-se e ainda com a perspectiva de ter de caminhar por 2 horas, as coisas não se apresentavam animadoras, pedimos boleia aos trabalhadores, espantados por ver aqueles 4 a andar pela linha àquelas horas e lá fomos na caixa aberta do comboio, (parece que já estou a ficar batido nestas coisas de andar na caixa aberta durante os passeios de bike). Durante a viagem um dos trabalhadores, provavelmente o encarregado, perguntou-nos se tínhamos andado com as bikes por cima do cimento fresco que eles andaram a colocar algumas centenas de metros mais atrás, claro que a resposta foi negativa, mas recordo-me vivamente de ver 8 marcas de pneus de bicicleta marcados, numa pequena faixa de cimento que percorria paralelamente parte da linha do comboio, mas sob a perspectiva de sermos atirados para fora do comboio, o melhor era mentir.
Ficam aqui as minhas desculpas, mas não estragamos nada, só ficaram as marcas.
No final já na Estação do Tua, contabilizamos cerca de 52Kms, percorridos, infelizmente 6 deles a pé, e os outros quase sempre a subir, (como é possível?) como já era tarde ficamos lá para jantar, no restaurante “o Calça Curta”, eu pedi veado, o que comi não sei, pois não faço a menor ideia do aspecto ou do sabor do veado, mas foi o que pedi.
Também fiquei a saber que o tal trilho de GPS, afinal não passava pela linha do comboio, (daah!) como foi dito no início, mas sim mais acima. Como era demasiadamente óbvio, pelo menos para mim, mas! …
Pedro "Trilhos"
Mesmo passeio versão Sprint Veloce Team
sábado, 23 de agosto de 2008
S. Pedro do Sul
A comitiva vinda do Porto, chegou à Vila de S. Pedro do Sul, por volta das 08H30, do dia 23 de Agosto de 2008, estando um dia esplêndido, para a prática do BTT, sendo por mim recepcionados, junto da piscina e pavilhão municipal da referida Vila.
Como necessitava-mos de energia, dirigimo-nos à Pastelaria “Lafopão”, onde tomámos o pequeno almoço.
De barriga cheia, deslocámo-nos nas viaturas para o monte “São Macário”.
No topo deste monte e já equipados a rigor, tiramos a fotografia ao grupo, onde contrariamente ao ano transacto, em que iniciamos o percurso na base, subindo ao topo da Serra da Arada, freguesia de Carvalhais, desta vez começamos pelo cimo da montanha (S. Macário), junto da capela, para podermos desfrutar da paisagem do excelente dia e para que toda a gente chegasse ao fim.
Iniciado o percurso, percorremos um trilho, passando junto de um parque eólico, de onde era visível uma enorme cordilheira, paisagem esta fabulosa e única, acompanhados à distância pelo carro de apoio, tripulado pelos amigos e inseparáveis, Mendes e Narciso, que circulavam no asfalto.
Após percorridos alguns quilómetros, quando circulava-mos no alcatrão, ainda em plena montanha, ocorreu o primeiro incidente, o Lamborghini do Amorim teve um furo (já vinha a ameaçar), pelo que teve de substituir a câmara-de-ar. Para que não bastasse e tornando esta paragem mais prolongada, e devido à especial adoração de figos por parte do Pinto, este teve uma crise intestinal, vindo a defecar por duas vezes, limpando-se não se sabe bem a quê, tendo este extraordinário acontecimento sido registado pelo fotografo de serviço, Comandante Organista.
Mais à frente e como já é da praxe, para estas paragens, subimos um monte de grande inclinação com a bike à mão, foram cerca de 150 metros, nada teve a ver com os cerca de 4 quilómetros, do passeio realizado no passado ano, na Serra da Arada.
Chegados ao topo do monte, lá nos esperava o carro de apoio, não havendo no entanto necessidade de prestar qualquer auxílio físico, foi só apoio moral, principalmente ao Pinto, que ainda não havia recuperado totalmente da Víscera tubular.
Seguidamente iniciamos uma longa descida, sendo visível um enorme pinhal, com inúmeras curvas, onde os mais audazes conseguiram ultrapassar os sessenta quilómetros horários.
Uns quilómetros mais à frente e após a louca descida, entramos num trilho no interior de um pinhal, com destino a uma aldeia abandonada, atravessada por um riacho e com uma vegetação bastante densa.
A seguir à passagem pela referida aldeia, iniciamos mais uma daquelas subidas, das quais todos adoram.
Mais à frente o Jorge Almeida, quis ir conhecer as Ruínas Arqueológicas “Cárcoda”, por nós visitada no ano transacto, mas como a maioria já conhecia as referidas ruínas, seguiram todos em direcção ao Parque Florestal do Pisão (ponto de encontro com o carro de apoio), tendo eu seguido no encalço do Jorge, visto que o mesmo não conhecia o local.
Depois da nossa visita a Cárcoda, seguimos para o Pisão, local onde abastecemos de água e tiramos mais algumas fotos junto dos moinhos.
Neste sitio e por solidariedade com o Amorim o Jaguar do Trepador, teve um furo (Também já vinha a ameaçar), mudando a respectiva câmara-de-ar.
Incidente resolvido, seguimos em direcção à Vila de São Pedro do Sul, onde chegamos por volta das 13H00 e tomámos o merecido banho, nos balneários da Piscina Municipal, que nos foram gentilmente cedidos pela Câmara.
Banho tomado, fomos almoçar à Adega do Ti Joaquim, onde devoramos a tradicional vitela de Lafões, acompanhada por um delicioso vinho do Dão. Posteriormente fomos fazer a digestão pelas Termas de S. Pedro do Sul, onde podemos tocar na água muito quente, a qual exalava um forte cheiro a enxofre, sendo a mesma de origem vulcânica. Visitamos ainda o museu do Balneário Termal, designado por “Rainha D. Amélia”.
Mais um passeio foi realizado na terra dos meus pais, pelo que tive um grande prazer em vos receber, quando me encontrava no gozo das minhas férias. Agradeço a vossa vinda, só tenho pena que mais alguns amigos não tenham podido vir, e espero que para o próximo ano, se realize mais um passeio nesta linda região de Lafões, pois existem alguns percursos para conhecermos, tais como a antiga rede ferroviária do Vouga, da qual tive o prazer de conhecer uma parte do percurso, aquando das minhas férias na região.
Um abraço e até ao próximo passeio.
Domingos Presas
MAIS ALGUMAS FOTOS DO PASSEIO
domingo, 17 de agosto de 2008
2º BTT BP Gás Agrival – Clube BTT de Penafiel
Eram precisamente 06h20 quando saltei fora da cama para iniciar mais uma jornada de BTT. O Trilhos, que teve que fazer o turno da noite, pois não lhe concederam
o “excesso” (cada um tem o que merece), lá passou na minha casa e rumamos em direcção à casa do Trepador.
Após montarmos as burras em cima do carro do Trepador, iniciamos a pequena viagem até Penafiel. Ao aproximarmo-nos da auto-estrada (A4), surgiu a primeira peripécia do dia. O Trepador, que devia estar muito entusiasmado com a prova que íamos realizar, passou a portagem com muita descontracção mas como eu ouvi um sinal sonoro vindo da referida portagem, perguntei-lhe se ele tinha o aparelho da “Via Verde”, ao que ele respondeu com uma travagem. Resumindo, tivemos que recuar cerca de 50 metros para se retirar o talão pois senão a viagem ia ficar um bocado mais cara.
Passados alguns minutos, lá chegamos a Penafiel e perante uma boa sinalização, facilmente encontramos o recinto da feira (Agrival), local este, onde teria início/fim a prova de BTT. Como chegamos bem cedo, fomos dos primeiros a levantar os dorsais, Trepador – 14, Trilhos – 15 e Saca Saca – 16, tendo-nos sido entregue também um saco com várias ofertas, destacando-se a
t-shirt e as meias (estas sim, de uma cor fantástica!!!???).
Às 10h00, mais coisa menos coisa e após o padrinho do Trilhos (mais à frente já vão saber quem é) ter dito algumas palavras aos participantes, lá começou a prova. Primeiro foi efectuada uma breve passagem pelo centro da cidade, tendo depois entrado em zonas mais aliciantes, ou seja, mais montanhosas.
Depois de percorridos alguns quilómetros, chegamos à primeira zona de abastecimento (mais uma peripécia). Como eu vinha uns metros adiantado dos meus dois caros colegas e como não reparei que havia comidinha, pensando eu que só havia água, peguei numa garrafa e continuei o percurso. Passado algum tempo, eu bem olhava para trás, mas nada, não havia sinal de vida dos dois. Bem, pensei eu, como eles estão em boa forma (!?!?!?), depressa me apanham. O resultado final foi que eles terminaram a prova apenas 17 minutos depois de mim. Quando nos encontramos no local de chegada, tive que ouvir logo comentários tipo: “isso de ganhar vantagem nas zonas de abastecimento” ou “ ai se o Vitokourov estivesse aqui, tu ias ver”.
Depois de uma banhoca (que soube maravilhosamente bem, como sempre), fomos almoçar à cantina da Escola EB 2/3 D. António Ferreira Gomes e aí voltei a ouvir mais um comentário depreciativo relativamente à não paragem na zona de abastecimento, mais propriamente dito pelo Trilhos: “agora não vais tu embora!”. Neste local fomos contemplados com uma visita por parte do nosso caro colega Zé Ferreira (não estivéssemos nós numa escola!!!).
Cerca das 17H00 e após termos apanhado uma ligeira seca, surgiu o momento mais alto do dia. A organização da prova efectuou a entrega dos prémios aos vencedores e posteriormente um sorteio de duas bicicletas.
Para retirar a primeira senha foi chamado ao palco o Sr. vereador da Câmara Municipal de Penafiel, que tirou a senha n.º 15 (podia ter tirado a senha com o número seguinte, mas não), e o Trilh
os que estava com uma moca de sono nem se apercebeu de imediato que era o número dele. (Agora já sabem quem é o padrinho do Trilhos!)
Com um acumulado de quase 1150 metros, estes 40 quilómetros foram relativamente durinhos. No entanto o percurso era muito interessante, com “single tracks” bem porreiros. De salientar a excelente sinalização no terreno, com placas e muitas fitas espalhadas pelo percurso bem como várias indicações no solo, estando a organização de parabéns.
É, sem dúvida, uma prova a participar novamente no próximo ano.
Pimenta Saca Saca
Após montarmos as burras em cima do carro do Trepador, iniciamos a pequena viagem até Penafiel. Ao aproximarmo-nos da auto-estrada (A4), surgiu a primeira peripécia do dia. O Trepador, que devia estar muito entusiasmado com a prova que íamos realizar, passou a portagem com muita descontracção mas como eu ouvi um sinal sonoro vindo da referida portagem, perguntei-lhe se ele tinha o aparelho da “Via Verde”, ao que ele respondeu com uma travagem. Resumindo, tivemos que recuar cerca de 50 metros para se retirar o talão pois senão a viagem ia ficar um bocado mais cara.
Passados alguns minutos, lá chegamos a Penafiel e perante uma boa sinalização, facilmente encontramos o recinto da feira (Agrival), local este, onde teria início/fim a prova de BTT. Como chegamos bem cedo, fomos dos primeiros a levantar os dorsais, Trepador – 14, Trilhos – 15 e Saca Saca – 16, tendo-nos sido entregue também um saco com várias ofertas, destacando-se a
Às 10h00, mais coisa menos coisa e após o padrinho do Trilhos (mais à frente já vão saber quem é) ter dito algumas palavras aos participantes, lá começou a prova. Primeiro foi efectuada uma breve passagem pelo centro da cidade, tendo depois entrado em zonas mais aliciantes, ou seja, mais montanhosas.
Depois de percorridos alguns quilómetros, chegamos à primeira zona de abastecimento (mais uma peripécia). Como eu vinha uns metros adiantado dos meus dois caros colegas e como não reparei que havia comidinha, pensando eu que só havia água, peguei numa garrafa e continuei o percurso. Passado algum tempo, eu bem olhava para trás, mas nada, não havia sinal de vida dos dois. Bem, pensei eu, como eles estão em boa forma (!?!?!?), depressa me apanham. O resultado final foi que eles terminaram a prova apenas 17 minutos depois de mim. Quando nos encontramos no local de chegada, tive que ouvir logo comentários tipo: “isso de ganhar vantagem nas zonas de abastecimento” ou “ ai se o Vitokourov estivesse aqui, tu ias ver”.

Depois de uma banhoca (que soube maravilhosamente bem, como sempre), fomos almoçar à cantina da Escola EB 2/3 D. António Ferreira Gomes e aí voltei a ouvir mais um comentário depreciativo relativamente à não paragem na zona de abastecimento, mais propriamente dito pelo Trilhos: “agora não vais tu embora!”. Neste local fomos contemplados com uma visita por parte do nosso caro colega Zé Ferreira (não estivéssemos nós numa escola!!!).
Cerca das 17H00 e após termos apanhado uma ligeira seca, surgiu o momento mais alto do dia. A organização da prova efectuou a entrega dos prémios aos vencedores e posteriormente um sorteio de duas bicicletas.
Para retirar a primeira senha foi chamado ao palco o Sr. vereador da Câmara Municipal de Penafiel, que tirou a senha n.º 15 (podia ter tirado a senha com o número seguinte, mas não), e o Trilh
Com um acumulado de quase 1150 metros, estes 40 quilómetros foram relativamente durinhos. No entanto o percurso era muito interessante, com “single tracks” bem porreiros. De salientar a excelente sinalização no terreno, com placas e muitas fitas espalhadas pelo percurso bem como várias indicações no solo, estando a organização de parabéns.
É, sem dúvida, uma prova a participar novamente no próximo ano.
Pimenta Saca Saca
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
141º Aniversário do Comando Metropolitano do Porto da Polícia de Segurança Pública
Quarta-feira, dia 06 de Agosto de 2008 comemorou-se o 141º aniversário do Comando 
Metropolitano do Porto da Polícia de Segurança Pública, (em referência à criação a 6 Agosto de 1867 das Divisões, Esquadras e Secções da Polícia Civil para a cidade do Porto) com uma parada policial em Matosinhos, mais precisamente na Avenida General Norton de Matos, cerimónia presidida pelo Ministro da Administração interna - Dr. Rui Pereira.Estive presente no local juntamente com o nosso amigo Pimenta, fazendo assim mais um treininho de bike e apreciando a cerimónia, agora do lado de fora claro – estas andanças são só para os “operacionais”….
Aqui ficam algumas imagens do evento e do simulacro de um incidente táctico-policial ( dois
assaltantes de banco que são surpreendidos pelo Patrulheiro ao sair do referido estabelecimento, Patrulheiro esse malogrado operacional que é atingido no braço por um disparo de arma de fogo – só podia! – e estes procuram a fuga num autocarro da Resende, que é imobilizado pelo Carro Patrulha na dita Avenida, ditando o sequestro dos reféns e consequentes procedimentos tácticos).
assaltantes de banco que são surpreendidos pelo Patrulheiro ao sair do referido estabelecimento, Patrulheiro esse malogrado operacional que é atingido no braço por um disparo de arma de fogo – só podia! – e estes procuram a fuga num autocarro da Resende, que é imobilizado pelo Carro Patrulha na dita Avenida, ditando o sequestro dos reféns e consequentes procedimentos tácticos). Ps: gostei particularmente da chegada do helicóptero no incidente táctico – policial, o barulho e a pressão provocadas pelo helicóptero, são deveras impressionantes, facto que levantou uma tempestade de areia de grandes dimensões!!!
O Trepador
domingo, 3 de agosto de 2008
Serra de Valongo com chegada ao tasco de Couce
Depois de um passeio - reconhecimento feito na segunda-feira em Valongo , com o Sérgio e Tone e na presença do Trilhos, onde se pôde desfrutar de 30kms de estradas e trilhos, com subidas acentuadas, descidas rápidas – fiquei fã de uma que deve ter mais de 1 km e é feita sempre a abrir- e percursos muito técnicos com muita pedra solta, a convite do nosso amigo Sérgio, que já tinha ido pedalar de manhã para Nogueira ( deve andar a treinar para os Mundiais) – na ausência do chouriço do Tone que a esta hora tá a curtir umas raparigas na Suíça e teve que faltar aos treinos- e contando com a presença do famigerado atleta do Bike17 , Pimenta Saca Saca, que tinha faltado na Segunda, fomos novamente, Sábado 02 de Agosto, pelas 15H00, pedalar para a Serra de Valongo, com o intuito maior de fazer já um reconhecimento mais completo para um passeio que será organizado por estes nossos amigos e companheiros de aventuras, Sérgio e Tone, provavelmente no início de Outubro.Desta vez, alteramos o percurso anterior e, em vez de ir até ao alto de Valongo pela estrada, saímos de minha casa e começamos logo a entrar na Serra em Alfena, levando lo
go aí com uma subida longa e técnica, até ao ponto mais alto, junto ao Meco, com piso irregular mas que dá para pedalar em ritmo constante mas que exige boa preparação física, o que se aplica desde já ao resto do percurso. Daí seguimos sempre pela Serra até entrarmos na estrada principal em Valongo e continuamos até às bombas da Esso, local onde nos embrenhamos novamente nos trilhos, subindo até à Capela e logo a seguir ao Sanatório. Daí em diante é quase sempre a descer, com umas subiditas no meio, com partes do percurso muito técnica devido às pedras soltas mas que dão muita adrenalina. Chegando já a uma estrada em paralelo e junto ao Rio Ferreira, na zona de Couce, seguimos em direcção a um tasco conhecido do Sérgio e do Tone – só podia! tasco esse que fica num antigo moinho junto ao rio e que só labora ao fim de semana, servindo petiscos e almoços – cabidela, bacalhau, etc – e umas cucas e granadas de verde e maduro, que dá para manter sempre fresquinho, é só mergulhar nas águas do rio, técnica já assimilada por nossos dois amigos. Temos me
sas junto ao rio e debaixo das ramadas, o que em dia de calor, e hoje estava bastante, sabe que nem ginjas. Lá tivemos nós que fazer um esforço e ter que deitar abaixo uma caneca de cerveja traçada e uma punheta de bacalhau, acompanhada de broa e azeitonas – nesta altura lembramo-nos logo do Manel, não sei porquê!!! Ainda pensei em lhe ligar para lhe dar conta da ementa mas ali no meio do poço não há rede de Tlm que aguente, que o diga o Pimenta. De barriga cheia, lá tivemos que nos sacrificar e pegar novamente nas burras para completar o resto do percurso, que implica chegar em estrada até Campo - Valongo, sem antes levar com uma subida de 300 metros de categoria especial logo após o Tasco!!! Posto isto, descemos pela estrada em direcção a Alfena e chegamos a minha casa pelas 19H20, o que deu cerca de 36 kms, bem puxadinhos. Aí e em jeito de desabafo, o Pimenta disse e passo a citar: “tenho de treinar mais para Penafiel senão tou lixado”, o que denota desde já um certo espírito guerreiro e de sacrifício mas também alguns sinais de carunchismo que se vem acumulando no pelotão do bike17 .
O Sérgio e o Tone ainda terão que limar algumas arestas sobre este passeio, local de saída = local de chegada? almoço ou não no tasco em Couce, possibilidade de banhos ou não, kms, etc… e este terá alguma dificuldade física mas nada que meta medo aos atletas do Bike17eco. Valerá bem a pena participar neste 1º passeio organizado por estes nossos dois amigos de andanças.
Ps: a qualidade das fotos poderá deixar a desejar mas foram tiradas por um telemóvel, embora se destaque a qualidade dos atletas intervenientes.
O Trepador
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Subcomissário Duarte
É com profunda tristeza e também revolta que os elementos do Bike17Eco tiveram hoje, dia 30 de Julho de 2008, conhecimento do infeliz mas grave acidente que teve o Subcomissário Carlos Duarte, Comandante da Esquadra de S. João da Madeira, e que o levou a ser hospitalizado de urgência e em estado bastante crítico.Tristeza pois ainda há bem pouco tempo fizemos um passeio de bike até S. João da Madeira no intuito de confraternizar com os colegas e especialmente com o Subcomissário, pessoa de reconhecido mérito profissional e sobretudo humana junto dos elementos da PSP e da comunidade em geral, que nos recebeu de braços amplamente abertos e nos proporcionou um excelente dia de amizade e camaradagem, dando-nos o prazer da sua companhia enquanto lhe foi possível estar presente. O Subcomissário deu o privilégio a muitos de nós na PSP do Porto de ter estado sob o seu comando e de ter crescido como Polícia e como Homem em resultado desse contacto com este Operacional de Polícia. Ainda hoje encontra-se uma sala na 2ª EIC com uma placa alusiva : “Sala Subcomissário Duarte”, lembrança que os seus homens lhe resolveram fazer em jeito de homenagem quando foi transferido para S. João da Madeira.
No meu caso pessoal, posso dizer que nunca vou esquecer o meu 1º dia de apresentação no
Comando do Porto, maçarico ainda, e me ter cruzado com outros colegas, o Trilhos se calhar lembra-se disto, com o Sub. a passar na 11ª Esquadra juntamente com o Subchefe Esteves, onde ele logo se prontificou para ajudar naquilo que fosse preciso, era só contactar o Subcomissário Duarte!Revolta por mais um acto criminal de indivíduos sem quaisquer escrúpulos nem valores morais que, directa e indirectamente, foram a principal causa deste acidente lamentável.
O pessoal do Bike17Eco e penso que posso falar também em nome de todos os Operacionais da PSP do Porto desejam um rápido restabelecimento ao nosso Subcomissário e votos de coragem e solidariedade á respectiva família.
Notícia, Jornal de Notícias
Notícia, Correio da Manhã
Fernando Sousa
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Reconhecimento às represas do Marão
Eramos 4, Trilhos, Trepador, Pequenito e Ni, nas suas máquinas, Trek, Coluer, Bedford e Torpado.
Estão agora a pensar Bedford?!! que marca de bike é esta.
Pois é parece que agora há uns atletas que fazem reconhecimentos de carro.
Quando cheguei de manhã cedo pela segunda vez* a casa do Trepador, lá na tal terra das gajas boas, fiz um comentário inocente, daqueles de quem não vê quem não quer, estavamos 4 atletas (dada a qualidade dos elementos não sei se os deva adjectivar de atletas), e só vi 3 bikes a ser carregadas.
Chegados algures ao Marão, tinhamos o Pai do Amorim à nossa espera, com a sua Bedford pois chegamos para aí uns 45minutos atrasados (*eu disse a segunda vez que cheguei a casa do Trepador).
Lá entramos os 4 para a bedford, com as bikes na caixa de carga e fomos até ao início do reconhecimento, entalados na carrinha, lá arranjamos uma posição manhosa e muito pouco máscula, que pode ser melhor definida como «de ladinho», mas é melhor não entrar em pormenores o que está feito, está feito.
Chegados ao local, montamos nas bikes e surpresa das surpresas o Pequenito junta-se a nós, claro está, de Bedford, nós a dar ao pedal nas burras e ele at
O trajecto de cerca de 30 Km, é de alguma dureza com locais de piso solto e umas subiditazinhas que vão servir para esticar o pelotão dos bike17ecos quando lá formos todos.
A paisagem é espectacular, a acreditar no Ni, pois eu não vi absolutamente nada, com o nevoeiro que estava. Chegados ao local onde se irá finalizar o passeio, na famosa represa de Mafómedes, como estava calor, e mais molhados não ficavamos devido à chuva, que apanhamos, fomos dar um mergulhito, mais uma vez ocorreram cenas menos dignas, ninguém levou calções de banho, mas também não me vou
Pelo caminho, e eu vinha em infracção ao C.E., por vir na caixa, ainda passamos por dois Camaradas da GNR, que estavam junto a um acidente a olhar ambos para um pedaço de pau que estava no meio da estrada, pela cara deles não sei se estavam a pensar o que fazer ao pau ou como se haviam de livrar de um dos condutores intervenientes, que estava a gesticular para explicar o sucedido, mas pela cara deles não estavam a perceber nada, o que é certo é que nem ligaram à minha infracção.
Depois da banhinho na casa dos Pais do Ni, ainda fomos almoçar ao restaurante da Sogra do Ni, «O Camponês», onde o atleta que mais comeu foi o que andou na bedford, deve ter sido do esforço, de carregar a carrinha pelo monte acima.
E foi assim que fizemos o reconhecimento, ao Marão.
*Já me esquecia da parte, da segunda vez que cheguei a casa do Trepador.
Ora na noite anterior estive na Maia a ver os MOONSPELL, e cheguei a casa lá para as 4 horas.
De manhã ainda cheio de sono, quando cheguei a casa do Trepador, não tinha levado uns míseros parafusos, para adaptar o meu suporte da bike ao carro dele, lá tive que voltar para trás, mais meia hora para cada lado, para ir buscar os tais parafusos, foi nesta altura que eu desconfiei que o dia ia ser cheio de peripécias, ainda não sabia se boas ou más, afinal... foram boas.
Pedro "Trilhos"
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Origem e evolução da bicicleta.
Primeiro importa referir que não há consenso quanto à origem deste meio de transporte, e quanto è evolução quantas marcas existem quantos tipos de evolução diferente existem também.
Etimologia: do Francês bicyclette.
Segundo o grande dicionário da Língua Portuguesa da Biblioteca Multilingue:
Bicicleta, S.F., Velocípede de 2 rodas, sendo a de trás posta em movimento por meio de uma corrente ligada a um pedal.
Mas esta é uma definição demasiado específica e incorrecta, porque deixa de fora as bicicletas que ao invés de corrente, têm veio de transmissão e deixa de fora as bicicletas que inicialmente tinham tracção à frente e todos os tipos de bicicleta que não tenham apenas duas rodas, pois mesmo com 4, 3 ou 1 roda, chamadas de quadriciclo triciclo ou monociclo integram-se perfeitamente na noção de bicicleta, ou não?
Portanto mesmo a definição de bicicleta não é unânime.
-Os antigos egípcios e babilónios parece que também já conheciam este meio de locomoção, ou pelo menos já idealizavam nos seus hieróglifos a figura de um veículo de duas rodas com uma barra sobreposta.
-Entre os séculos XV e XVI, diversos veículos de duas e quatro rodas foram criados, com mecanismos de corrente, alavanca e outros dispositivos, mas eram pesados e complicados. Além de a maior parte não seguir princípios básicos da física e outros tantos serem imitações de máquinas já existentes, há relatos de que os usuários tinham quedas frequentes.

As origens mais consensuais acerca da origem da bicicleta moderna são duas, Alemanha ou França.
-Existe no Deutsches Museum, de Munique, na Alemanha, um protótipo chamado bicicleta de Kassler, de 1761, mas os franceses afirmam que a peça encontrada nesse museu alemão foi exportada da França.
-O que parece certo é que no ano de 1790 em França, o conde Francês Sivrac, idealiza o celerífer ou celífero, que não era mais que duas rodas ligadas por uma ponte de madeira em forma de cavalo e movimentada pelo impulso alternado dos pés sobre o chão (à moda dos Flinstones), com a particularidade de não ter guiador.

-Contudo, estranhamente, parece que a bicicleta regrediu, pois o esboço de Leonardo Da Vinci, do século XV, registrado num código guardado no museu de Madrid, já tinha pedais e direcção, enquanto que tanto a Bicicleta de Kassler como o Celerífero não tinham (afinal há alguma coisa que o Da Vinci não tenha idealizado primeiro que os
outros todos?). Muitos historiadores consideram-no o primórdio da indústria da bicicleta no mundo.
-Por volta de 1816 o barão alemão Karl Friedrich Christian Ludwig Drais von Sauerbronn adaptou uma direcção ao celerífero que passou a ser denominada de guidão. Apareceu então a draisiana, que continuava a ser impulsionada com os pés no chão.

-No ano de 1855 o francês Ernest Michaux inventa o pedal, que foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Os pedais eram ligados à roda dianteira, e o invento ficou conhecido como velocípede, palavra oriunda do latim velocidade + pé ou velocidade movida a pé.
Bicicleta todo terreno (BTT)
A modalidade desportiva mountain bike ou BTT, nasceu na Califórnia em meados da década de 1950 através de brincadeiras de alguns ciclistas que procuravam desafios diferentes das competições de estrada tradicionais e de alguns surfistas que procuravam actividades para dias sem ondas.
Os primeiros nomes que apareceram foram: James Finley Scott: "provavelmente" a primeira pessoa a modificar uma bike exclusivamente para andar na terra, em 1953, utilizou um quadro Schwinn, pneus grossos, guiador plano, travões "cantilever" e mudanças.
Joe Breeze: Fabricou a primeira bicicleta para a prática do Mountain Bike, a Breezer N.º 1 em outubro de 1977.
Tom Ritchey e Gary Fisher foram os pioneiros na prática do desporto e no desenvolvimento de componentes em série.
O FUTUROAlém de algumas aberrações inventadas possivelmente para gozar com quem as utiliza, existem alguns tipos de bicicletas que estão a ganhar alguma notoriedade, para além de vários protótipos futuristas que com maior ou menor regularidade vão surgindo na comunicação social especializada, normalmente apenas golpes publicitários, para as marcas que as revelam.
Actualmente de todos os modelos de bicicleta alternativos a mais utilizada é a Bicicleta Reclinada, sendo já notório, existir bastantes seguidores deste modelo de bicicleta.
Característistas da Bicicleta Reclinada
Um humano a viajar a velocidades média baixa, a velocidades de 15-25 km/h, usando apenas a energia necessária para caminhar é o mais eficiente em termos energéticos meio de transporte.
A resistência ao ar que é proporcional ao quadrado da velocidade, necessitando de elevados níveis de força que aumentam dramaticamente enquanto a velocidade aumenta.
A bicicleta que coloca o ciclista numa posição sentada, ou de supino, ou mais raramente na posição deitado, e que ainda pode ser associada uma cobertura aerodinâmica, conseguindo uma resistência ao ar mínima é chamada de Bicicleta Reclinada.
Numa bicicleta normal o corpo do ciclista cria cerca de 75% da totalidade da resistência aerodinâmica, na equação Bicicleta/Ciclista.
Vantagens:
Respiração vai melhorar ao pedalar, pois os braços não comprimem o peito durante o exercício.
Costas não doerão mais, pois o banco (ou assento) é projectado para deixar o corpo como se fosse num sofá, na posição de postura ideal. Nunca se fica curvado para a frente ao pedalar uma reclinada.
Os braços, mãos e ombros não sofrem qualquer tipo de esforço, pois, diferente do que acontece numa bicicleta convencional, não existe qualquer peso/força apoiado sobre eles. Servem apenas para guiar a bicicleta.
As pernas ficam posicionadas à frente do corpo, caracterizando uma técnica diferente de pedalar e mantendo uma posição mais relaxada e confortável.
A visibilidade é muito melhor do que em uma bicicleta convencional, tem-se uma visão panorâmica e não se fica com a cabeça voltada para o chão obrigando a forçar o pescoço.
Desvantagens:Não pode saltar obstáculos e nem subir lancis.
Pisos muito pesados nem pensar. O máximo é estrada de terra e/ou cascalho em boas condições de uso.
São menos eficientes em subidas do que uma bicicleta convencional, mas uma vez dominada a técnica, as subidas passam a ser encaradas tranquilamente pelo ciclista reclinado.
Nas subidas mais íngremes, há que praticar o "empurra-bike". É impossível pedalar em pé numa reclinada.
A percepção de espaço é diferente, assim como a visão do trânsito par trás da bicicleta. Isso requer treino, e um espelho retrovisor é altamente recomendado nestas bicicletas.
O raio de viragem é diferente. Para dobrar uma esquina, principalmente no início, o ciclista reclinado precisa de mais espaço para virar.
As reclinadas são um pouco mais lentas para se adquirir velocidade, porém é muito mais fácil manter a velocidade máxima atingida. Ou seja, perdem no arranque, mas manter a velocidade final é mais fácil.
Como o centro de gravidade é mais baixo do que numa bicicleta convencional, a sensação de segurança ao pedalar é excelente.

Independentemente do formato, n.º de rodas, quadros em madeira, ferro, alumínio, carbono ou titânio,
no monte ou na cidade, por trabalho, utilitarismo ou simplesmente por prazer, o que parece unânime é que a bicicleta veio para ficar e é efectivamente o transporte do futuro, além de não poluente, e numa sociedade cada vez mais sedentária, obriga o utilizador ao exercício físico, é fácil de estacionar e não necessita de carta.
Faz bem ao Corpo e à mente, que mais é preciso.
Boas Pedaladas.
Pedro "Trilhos"
Este artigo não pretende ser exaustivo, existem várias efemérides importantes na evolução da bicicleta, que aqui não foram referidas, as datas são também fonte de especulação pois encontrei para o mesmo evento por vezes 2 e 3 datas diferentes sendo que todas elas por norma não diferiam mais que 1 ano ou 2.
Etimologia: do Francês bicyclette.
Segundo o grande dicionário da Língua Portuguesa da Biblioteca Multilingue:
Bicicleta, S.F., Velocípede de 2 rodas, sendo a de trás posta em movimento por meio de uma corrente ligada a um pedal.

Mas esta é uma definição demasiado específica e incorrecta, porque deixa de fora as bicicletas que ao invés de corrente, têm veio de transmissão e deixa de fora as bicicletas que inicialmente tinham tracção à frente e todos os tipos de bicicleta que não tenham apenas duas rodas, pois mesmo com 4, 3 ou 1 roda, chamadas de quadriciclo triciclo ou monociclo integram-se perfeitamente na noção de bicicleta, ou não?
Portanto mesmo a definição de bicicleta não é unânime.
-Os antigos egípcios e babilónios parece que também já conheciam este meio de locomoção, ou pelo menos já idealizavam nos seus hieróglifos a figura de um veículo de duas rodas com uma barra sobreposta.
-Entre os séculos XV e XVI, diversos veículos de duas e quatro rodas foram criados, com mecanismos de corrente, alavanca e outros dispositivos, mas eram pesados e complicados. Além de a maior parte não seguir princípios básicos da física e outros tantos serem imitações de máquinas já existentes, há relatos de que os usuários tinham quedas frequentes.
As origens mais consensuais acerca da origem da bicicleta moderna são duas, Alemanha ou França.
-Existe no Deutsches Museum, de Munique, na Alemanha, um protótipo chamado bicicleta de Kassler, de 1761, mas os franceses afirmam que a peça encontrada nesse museu alemão foi exportada da França.
-Contudo, estranhamente, parece que a bicicleta regrediu, pois o esboço de Leonardo Da Vinci, do século XV, registrado num código guardado no museu de Madrid, já tinha pedais e direcção, enquanto que tanto a Bicicleta de Kassler como o Celerífero não tinham (afinal há alguma coisa que o Da Vinci não tenha idealizado primeiro que os
-Por volta de 1816 o barão alemão Karl Friedrich Christian Ludwig Drais von Sauerbronn adaptou uma direcção ao celerífero que passou a ser denominada de guidão. Apareceu então a draisiana, que continuava a ser impulsionada com os pés no chão.
-No ano de 1855 o francês Ernest Michaux inventa o pedal, que foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Os pedais eram ligados à roda dianteira, e o invento ficou conhecido como velocípede, palavra oriunda do latim velocidade + pé ou velocidade movida a pé.
Bicicleta todo terreno (BTT)
A modalidade desportiva mountain bike ou BTT, nasceu na Califórnia em meados da década de 1950 através de brincadeiras de alguns ciclistas que procuravam desafios diferentes das competições de estrada tradicionais e de alguns surfistas que procuravam actividades para dias sem ondas.
Os primeiros nomes que apareceram foram: James Finley Scott: "provavelmente" a primeira pessoa a modificar uma bike exclusivamente para andar na terra, em 1953, utilizou um quadro Schwinn, pneus grossos, guiador plano, travões "cantilever" e mudanças.
Joe Breeze: Fabricou a primeira bicicleta para a prática do Mountain Bike, a Breezer N.º 1 em outubro de 1977.
Tom Ritchey e Gary Fisher foram os pioneiros na prática do desporto e no desenvolvimento de componentes em série.
O FUTUROAlém de algumas aberrações inventadas possivelmente para gozar com quem as utiliza, existem alguns tipos de bicicletas que estão a ganhar alguma notoriedade, para além de vários protótipos futuristas que com maior ou menor regularidade vão surgindo na comunicação social especializada, normalmente apenas golpes publicitários, para as marcas que as revelam.

Actualmente de todos os modelos de bicicleta alternativos a mais utilizada é a Bicicleta Reclinada, sendo já notório, existir bastantes seguidores deste modelo de bicicleta.
Característistas da Bicicleta Reclinada
Um humano a viajar a velocidades média baixa, a velocidades de 15-25 km/h, usando apenas a energia necessária para caminhar é o mais eficiente em termos energéticos meio de transporte.A resistência ao ar que é proporcional ao quadrado da velocidade, necessitando de elevados níveis de força que aumentam dramaticamente enquanto a velocidade aumenta.
A bicicleta que coloca o ciclista numa posição sentada, ou de supino, ou mais raramente na posição deitado, e que ainda pode ser associada uma cobertura aerodinâmica, conseguindo uma resistência ao ar mínima é chamada de Bicicleta Reclinada.
Numa bicicleta normal o corpo do ciclista cria cerca de 75% da totalidade da resistência aerodinâmica, na equação Bicicleta/Ciclista.
Vantagens:
Respiração vai melhorar ao pedalar, pois os braços não comprimem o peito durante o exercício.
Costas não doerão mais, pois o banco (ou assento) é projectado para deixar o corpo como se fosse num sofá, na posição de postura ideal. Nunca se fica curvado para a frente ao pedalar uma reclinada.
Os braços, mãos e ombros não sofrem qualquer tipo de esforço, pois, diferente do que acontece numa bicicleta convencional, não existe qualquer peso/força apoiado sobre eles. Servem apenas para guiar a bicicleta.
As pernas ficam posicionadas à frente do corpo, caracterizando uma técnica diferente de pedalar e mantendo uma posição mais relaxada e confortável.
A visibilidade é muito melhor do que em uma bicicleta convencional, tem-se uma visão panorâmica e não se fica com a cabeça voltada para o chão obrigando a forçar o pescoço.
Desvantagens:Não pode saltar obstáculos e nem subir lancis.
Pisos muito pesados nem pensar. O máximo é estrada de terra e/ou cascalho em boas condições de uso.
São menos eficientes em subidas do que uma bicicleta convencional, mas uma vez dominada a técnica, as subidas passam a ser encaradas tranquilamente pelo ciclista reclinado.
Nas subidas mais íngremes, há que praticar o "empurra-bike". É impossível pedalar em pé numa reclinada.
A percepção de espaço é diferente, assim como a visão do trânsito par trás da bicicleta. Isso requer treino, e um espelho retrovisor é altamente recomendado nestas bicicletas.
O raio de viragem é diferente. Para dobrar uma esquina, principalmente no início, o ciclista reclinado precisa de mais espaço para virar.
As reclinadas são um pouco mais lentas para se adquirir velocidade, porém é muito mais fácil manter a velocidade máxima atingida. Ou seja, perdem no arranque, mas manter a velocidade final é mais fácil.
Como o centro de gravidade é mais baixo do que numa bicicleta convencional, a sensação de segurança ao pedalar é excelente.

Independentemente do formato, n.º de rodas, quadros em madeira, ferro, alumínio, carbono ou titânio,
no monte ou na cidade, por trabalho, utilitarismo ou simplesmente por prazer, o que parece unânime é que a bicicleta veio para ficar e é efectivamente o transporte do futuro, além de não poluente, e numa sociedade cada vez mais sedentária, obriga o utilizador ao exercício físico, é fácil de estacionar e não necessita de carta.Faz bem ao Corpo e à mente, que mais é preciso.
Boas Pedaladas.
Pedro "Trilhos"
Este artigo não pretende ser exaustivo, existem várias efemérides importantes na evolução da bicicleta, que aqui não foram referidas, as datas são também fonte de especulação pois encontrei para o mesmo evento por vezes 2 e 3 datas diferentes sendo que todas elas por norma não diferiam mais que 1 ano ou 2.
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