Eles foram ver o sol a nascer às antenas do Marão....
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domingo, 13 de julho de 2014
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Passeio e Convívio no Marão
**Partida de Autocarro da 17.ª às 07h15 em direcção ao Marão, com algum sono mas com boa disposição.
**Não tinha feito 500m de subida e já a estreante Andreia subia a montanha a pé e a puxar um amontoado de acessórios de bicicleta com duas rodas! Sim, eu disse amontoado de acessórios, é que não faltava nada, desde guarda-lamas, farol de 500w à frente, farolim de 200w atrás com o respectivo dínamo, descanso, bidon, campainha, ou seja, só faltava mesmo uma bicicleta minimamente leve que desse para subir o Marão.
**Mas, como na altura das dificuldades é que se reconhecem os grandes homens, numa atitude de bravura e cavalheirismo, o estreante Vilares, depois de ter feito uma directa, prontamente cedeu a sua bike à menina, ficando ele com o fardo de carregar o amontoado de acessórios até ao final do percurso.
**A bravura deste estreante não fica por aqui, é que sensivelmente a meio do percurso, aquela biteleira perdeu um pedal e qual não foi o meu espanto ao ver a técnica apurada deste colega ao pedalar sem um pedal. Não é para qualquer um, é para que sabe e pode!!!
**Mais duas subidas sem grandes histórias para contar, a não ser o convívio e sempre a bela paisagem que ali se encontrava à nossa disposição e a convicção de alguns de que iriam passar no túnel do Marão...
**Chegamos ao ponto mais alto do nosso percurso e excluindo o nosso amigo Pereira (lanterna vermelha), todo o grupo irradiava boa disposição e uma vitalidade para fazer mais 100 kms se preciso fosse, mas essa boa disposição não iria durar muito tempo…!
**Em Mafómedes deu para arranjar o pedal ao Vilares e assim poder fazer o resto do percurso a pedalar nas mínimas condições.
**Abandonamos a aldeia em direcção a Santa Marinha, por estradões, estradas, quelhas, calçadas e trilhos, havendo ainda tempo para fazer um ataque às cerejas.
**Por falar nisso, desconfio que um colega nosso de profissão é capaz de não gostar muito das fotos!
Notas Finais:
... Agradecimento ao Açucena por providenciar transporte para as bikes.
... Boas vindas aos estreantes no grupo (Andreia, Vilares e Domingos).
... Está visto que isto sem o Mouteira corre bem.
... Para a próxima se quiserem deixar o Organista em algum lado, combinem bem as coisas.
... O pessoal que não tem pernas para nos acompanhar, podem ser sinceros e deixar de inventar desculpas de problemas de saúde.
Um abraço para mim, um abraço para ti, um abraço para todos.
Ni Amorim
quinta-feira, 5 de maio de 2011
A Pousada do Marão, Uma Viteleira, Mafómedes e Nós.
*** Uma espécie de Documentário inteiramente Produzido pelo Bike17Eco e Realizado pelo Ni "Tudo Plano" Amorim. Com a sua data de estreia prevista para dia 11 de Junho de 2011, na Pousada do Marão.
*E tu Chouriço/a? Vais ficar na cama nesse dia?????
*Uns quaisquer fenómenos do Entroncamento? Vamos estar no Marão mas Nunca se sabe!
*Já conheces a aldeia centenária de Mafómedes? Não, então bora lá conhecer...
* E o Tachinho depois da pedalada, não pode faltar, pois não? Ah Isso é garantido no Restaurante O Camponês
* Andas farto de ouvir falar da crise, do FMI, da Troika e das constantes Vitórias avassaladoras e Trituradoras do FCP? Não aguentas mais ver fotos do Mouteira Carunchoso no Facebook!!!!
Confere nas fotos em anexo a "ementa" e depois diz-me alguma coisa .....

*** Inscrições e mais pormenores brevemente.
*E tu Chouriço/a? Vais ficar na cama nesse dia?????
*Ou preferes descobrir e deixar-te encantar pela Serra do Marão?
*Desistes à partida sem dar luta? Também podes ir só para o tacho....
*Se Vai haver algumas subidas? Vai sim!
*Puro BTT com descidas inclinadas, só para os intrépidos! É melhor não arriscares...*Uns quaisquer fenómenos do Entroncamento? Vamos estar no Marão mas Nunca se sabe!
* A bicharada vai estar lá para te receber? Se estiverem de folga, talvez!
* Algum romantismo à mistura? È só parar, colher, oferecer às moçoilas e meditar depois....*Já conheces a aldeia centenária de Mafómedes? Não, então bora lá conhecer...
* E o Tachinho depois da pedalada, não pode faltar, pois não? Ah Isso é garantido no Restaurante O Camponês
* Andas farto de ouvir falar da crise, do FMI, da Troika e das constantes Vitórias avassaladoras e Trituradoras do FCP? Não aguentas mais ver fotos do Mouteira Carunchoso no Facebook!!!!
Confere nas fotos em anexo a "ementa" e depois diz-me alguma coisa .....
*** Inscrições e mais pormenores brevemente.
domingo, 23 de maio de 2010
ROTAS DO MARÃO 2010
CHURRASCADA NA AMARANTE
No dia 23 de Maio, fui convidado por dois companheiros de pedalada, o Trepador e o Saca Saca, para ir a uma churrascada na Amarante, como havia comida claro que aceitei, mas as coisas, como vim a verificar, afinal não me foram nada fáceis.
Combinamos às 07H00 da manhã (7H30, para o Pimenta), eu achei logo isto muito estranho, -Então para almoçar vamos tão cedo, bem devem querer ir a algum lado, primeiro.
- Ah e traz a bike…
- Hummmm a bicicleta para que será? Já me cheira a esturro!
Bem lá fomos, já só quase ás 08H00 em direcção à Amarante.
-Deve ser só uma voltinha e voltámos logo, afinal vim foi para comer. Pensei eu.
Chegados à Amarante, encontramos o Santiago Beep Beep e disseram-me vai haver aqui uma provazita, vamos pegar nas bikes e vamos também, antes da churrascada.
-Uma provazita?? Vamos lá.
Só que afinal a provazita era a Meia-Maratona e a Maratona do Marão, só que agora já não havia nada a fazer, já tinha sido enganado e lá fomos atacar as montanhas do Marão participando nos 40Km da Meia-Maratona, debaixo do Sol de Verão.
Praticamente todas as subidas e não foram poucas, foram sempre debaixo do Sol e com aquele calor, Eu até já suava pelos óculos, (sim os óculos já estavam todos embaciados e a escorrer água), até que numa descida que acabava numa curva apertada, despistei-me e caí, levantando uma nuvem de poeira, digna de mandar fechar o Espaço aéreo Português.
Com um pulso lesionado, um braço esfolado e ainda uma mancha no meu amor-próprio, pois estava muita gente naquele sitio que viu a minha aselhice, lá continuei para continuar a subir.
Vamos mas é então, descer rápido, que o churrasco está lá em baixo à espera.
Durante a descida o Trepador, ainda mostrou o espírito do BTT, ao oferecer uma câmara de ar, a um bttista empenado.
Chegados ao fim, pude constatar que infelizmente estava fila para o churrasco, (não vi tantos a andar de bicicleta, acho que foram só para a churrascada), mas lá chegou a nossa vez…
Finalmente, após muito esforço e uma queda na conta, cheguei ao churrasco para que fui convidado.
Convidam-me para um churrasco, e põem-me a subir a Serra do Marão, de bicicleta, ao Sol e com quedas pelo meio.
Fui bem enganadinho, mas comi na mesma…
Pedro "Trilhos"
Tempos
Fotos organização
terça-feira, 30 de junho de 2009
Baião
Desta vez, como íamos para terra de gente dura, só os duros poderiam comparecer.
Claro está que me estou a referir à minha pessoa, Trepador, Trilhos e o duro dos duros o grande Xinateiro, que nos deu o prazer da sua companhia.
Pela manhãzinha, partimos em direcção a Santa Marinha do Zêzere, com passagem por Padronelo, para o Xinateiro matar as saudades do pão regional.
Chegados a casa dos meus pais, Arieiros, SMZ, foi só equipar e toca a pedalar.
Para o aquecimento começamos logo com um subida, por trilhos onde já não passava há mais de 15 anos, daí ter surgido alguma dificuldade em encontrar o caminho certo.
Depois de engatar foi só pedalar pelas belas paisagens da terra.
Na primeira descida um pouco mais sinuosa do que é habitual encontrarmos, o Xinateiro, deu-nos o prazer de o vermos cair, com direito a foto e tudo.
Continuamos por trilhos mais ou menos técnicos, mas com muita subida, até chegarmos a um café em Valadares, onde comemos uma bifanas deliciosas acompanhadas da respectiva “cuca”.
Sem perder muito tempo, montamos as burras e toca a subir até ao alto da Serra de Amarelhe.
Fartos de ouvir o Trepador a fazer birra para dar um mergulho numa represa, o Xinateiro descobriu uma piscina de primeira, no alto da serra, e sem grandes hesitações, o Trepador saltou lá para dentro .
Atingido o topo da montanha, foi só descer, com direito a velocidades aceleradas para fugir aos cães, que o diga o Xinateiro.
No final foi o descanso do guerreiro, num banhinho em piscina com hidromassagem, como
Pena que mais companheiros não tivessem comparecido, mas estou certo que para a próxima terei o prazer da companhia de outros, que destes já estou farto…
Até breve…
Ni Amorim.
domingo, 5 de abril de 2009
4.º BTT Rotas do Marão
Eis que pelas 6h 45m me levanto com uma grande "moca" para ir fazer uma das coisas que mais gosto...Pedalar, se fosse para trabalhar passava o dia a resmungar, mas enfim, como quem corre por gosto não cansa...
Lá fomos então...digo fomos porque apenas 4 corajosos BTTistas se arriscaram a participar em mais uma prova do calendário Nacional de BTT...4º BTT Rotas do Marão em Amarante, O Trepador, o Trilhos, o Saca Saca e eu Santiago que ainda não tenho alcunha, mas até gostava de ter para poder fazer esta crónica á altura.
A prova teve inicio pelas 9h 05m na bonita cidade de Amarante mesmo ao lado da Igreja de S. Gonçalo, eis que lá fomos rolando uns km para aquecer, quando de repente entramos numa Herdade particular, foi quando começou
realmente o "Cálvário" ...digo Calvário porque depois de uma semana no mecânico, a minha "burra" estava coxa, porque não havia subida que me saltasse a corrente e depois mesmo que quisesse fazer frente ao Trepador ao Trilhos e ao Saca Saca, não tinha qualquer hipotese.
La fomos rolando pelas bonitas paisagens do Marão, apreciando o Tâmega quando aos 10km não resisti e eis que necessito realmente de um mecânico para me salvar, é neste momento que o Trilhos com a sua chave de McGyver me salvou afinando as velocidades, foi aqui que tudo se resolveu, mas a dificuldade do percurso não dava tréguas,
subir, subir, subir...era o lema da prova...nada que fosse impossível para o Trepador (canja)...de vez em quando eu lá dava um ar da minha graça mas não era fácil... km após quilometro lá fomos andando com muita vontade de apanhar a primeiro abastecimento, eis que chega e é aqui que as meninas responsáveis por nos abastecer, quase tiveram de fugir com os mantimentos porque o Trilhos quase acabava com o pão com chouriço... após um ligeiro repasto de pão com chouriço, sumo, laranjas e água...lá fomos mas o Trilhos ainda levava um pão na mão depois de já ter comido uns 25...
A prova teve inicio pelas 9h 05m na bonita cidade de Amarante mesmo ao lado da Igreja de S. Gonçalo, eis que lá fomos rolando uns km para aquecer, quando de repente entramos numa Herdade particular, foi quando começou
La fomos rolando pelas bonitas paisagens do Marão, apreciando o Tâmega quando aos 10km não resisti e eis que necessito realmente de um mecânico para me salvar, é neste momento que o Trilhos com a sua chave de McGyver me salvou afinando as velocidades, foi aqui que tudo se resolveu, mas a dificuldade do percurso não dava tréguas,
Entramos a partir daqui numa verdadeira aventura de descidas e subidas impróprias para
veteranos como eu, mas eis que o Saca Saca estava na maior, numa das descidas quase ia parar dentro de uma ambulância que por ali estava parada, não fosse o mais arrojado ter uma acidente inesperado.
Na parte final e quando entramos em estrada para chegar à meta, eis que passam por nós os 2 primeiros corredores da Maratona...ainda tentamos acompanha-los, mas levavam motor e assim não é justo, desistimos porque nós apenas corremos com as nossas perninhas e caixa de ar...
Acabamos a prova todos juntos de boa saúde, alegres e felizes porque não houve acidentes, furos ou outras avarias de maior...apenas o cansaço que já era evidente em todos nós.
Lamentavelmente não encontramos ninguem da ECOBIKE para podermos diferenciar-nos, assim ficamos mais relaxados e chegamos no 1º terço à meta, senão teriamos chegado nos 4 primeiros...
Abraço a todos e boas pedaladas.
Santiago
TEMPOS
sábado, 27 de setembro de 2008
Passeio pelas represas do Marão
Pois é, mais um dia bem passado na companhia dos bikistas da 17ECO, lá para os lados do Marão.
Estava tudo a correr bem até aos primeiros 100 metros de subida, não fosse a incompatibilidade do boiadeiro com a sua bike, que o levou a desistir, pois é ainda há quem diga que os trinta é o auge do homem, coitadas das brasileiras!!!.
Passada esta etapa triste, começou a vez do ora bem chorinhas que, enquanto pedalava só chorava mas nunca desistiu, também, quem tem uma scotch Yamaha dt segura não se esperava
Na cauda lá vinha o carunchoso com o seu tripé feito de canos da água com duas rodas e um descanso mas que, graças a ele e à sua relíquia podemos tirar fotos em família. É por estas e por outras, que faz sempre jeito levar o carunchoso. Mais á frente, estava eu a pedalar com todas as minhas forças quando, de repente, oiço uma voz atrás de mim "oi Castro, você aí, está mi ouvindo", assustei-me, por momentos pensei que estava a entrar em território Brasileiro mas, para meu espanto era o trepador que vinha na minha roda, lá pensava que estava a subir as montanhas dos Açores, claro que tal ida àquele Arquipélago o deixou debilitado, também não é para menos, com a companhia do boiadeiro, só poderia vir de lá a falar brasileiro. Agora à que treinar para voltar ao melhor nível. No meio disto tudo, notou-se a falta da estrela de cinema mais conhecido como o chungalized, sim, aquele que tem capacete specialized, calções specialized, óculos specialized, luvas specialized, cuecas specialized e claro bike specialized específica só para descidas, parece que adivinhou pois este trilho era grande parte só subidas e com tanta coisa specialized, só faltava as pernas da mesma marca.
E pronto, cheguei ao fim desta pequena crónica da treta e até breve, encontramo-nos por esses trilhos.
Um abraço deste vosso amigo que tem a mania que é uma espécie de bikista.
Castro
Crónica do reconhecimento deste Passeio
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Reconhecimento às represas do Marão
Eramos 4, Trilhos, Trepador, Pequenito e Ni, nas suas máquinas, Trek, Coluer, Bedford e Torpado.
Estão agora a pensar Bedford?!! que marca de bike é esta.
Pois é parece que agora há uns atletas que fazem reconhecimentos de carro.
Quando cheguei de manhã cedo pela segunda vez* a casa do Trepador, lá na tal terra das gajas boas, fiz um comentário inocente, daqueles de quem não vê quem não quer, estavamos 4 atletas (dada a qualidade dos elementos não sei se os deva adjectivar de atletas), e só vi 3 bikes a ser carregadas.
Chegados algures ao Marão, tinhamos o Pai do Amorim à nossa espera, com a sua Bedford pois chegamos para aí uns 45minutos atrasados (*eu disse a segunda vez que cheguei a casa do Trepador).
Lá entramos os 4 para a bedford, com as bikes na caixa de carga e fomos até ao início do reconhecimento, entalados na carrinha, lá arranjamos uma posição manhosa e muito pouco máscula, que pode ser melhor definida como «de ladinho», mas é melhor não entrar em pormenores o que está feito, está feito.
Chegados ao local, montamos nas bikes e surpresa das surpresas o Pequenito junta-se a nós, claro está, de Bedford, nós a dar ao pedal nas burras e ele at
O trajecto de cerca de 30 Km, é de alguma dureza com locais de piso solto e umas subiditazinhas que vão servir para esticar o pelotão dos bike17ecos quando lá formos todos.
A paisagem é espectacular, a acreditar no Ni, pois eu não vi absolutamente nada, com o nevoeiro que estava. Chegados ao local onde se irá finalizar o passeio, na famosa represa de Mafómedes, como estava calor, e mais molhados não ficavamos devido à chuva, que apanhamos, fomos dar um mergulhito, mais uma vez ocorreram cenas menos dignas, ninguém levou calções de banho, mas também não me vou
Pelo caminho, e eu vinha em infracção ao C.E., por vir na caixa, ainda passamos por dois Camaradas da GNR, que estavam junto a um acidente a olhar ambos para um pedaço de pau que estava no meio da estrada, pela cara deles não sei se estavam a pensar o que fazer ao pau ou como se haviam de livrar de um dos condutores intervenientes, que estava a gesticular para explicar o sucedido, mas pela cara deles não estavam a perceber nada, o que é certo é que nem ligaram à minha infracção.
Depois da banhinho na casa dos Pais do Ni, ainda fomos almoçar ao restaurante da Sogra do Ni, «O Camponês», onde o atleta que mais comeu foi o que andou na bedford, deve ter sido do esforço, de carregar a carrinha pelo monte acima.
E foi assim que fizemos o reconhecimento, ao Marão.
*Já me esquecia da parte, da segunda vez que cheguei a casa do Trepador.
Ora na noite anterior estive na Maia a ver os MOONSPELL, e cheguei a casa lá para as 4 horas.
De manhã ainda cheio de sono, quando cheguei a casa do Trepador, não tinha levado uns míseros parafusos, para adaptar o meu suporte da bike ao carro dele, lá tive que voltar para trás, mais meia hora para cada lado, para ir buscar os tais parafusos, foi nesta altura que eu desconfiei que o dia ia ser cheio de peripécias, ainda não sabia se boas ou más, afinal... foram boas.
Pedro "Trilhos"
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