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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Passeio e Convívio no Marão

** Dia 11 de Junho, sete da manhã, tempo solarengo, um grupo de amigos com vontade de pedalar no Marão e um autocarro para os transportar. Estavam assim reunidos todos os itens para um dia em cheio!
**Partida de Autocarro da 17.ª às 07h15 em direcção ao Marão, com algum sono mas com boa disposição.
**Chegados à Pousada já lá se encontrava o Açucena e o Pereira com as Bikes e dois companheiros dos Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere preparadíssimos e com o vício no corpo para umas boas pedaladas.
**Logo no inicio da primeira subida, numa das suas desmontadas sumptuosas, o Melo atirou ao chão o Trilhos e o Castro! Foi uma boa maneira de se prepararem para a subida da montanha que nos aparecia pela frente.
**Não tinha feito 500m de subida e já a estreante Andreia subia a montanha a pé e a puxar um amontoado de acessórios de bicicleta com duas rodas! Sim, eu disse amontoado de acessórios, é que não faltava nada, desde guarda-lamas, farol de 500w à frente, farolim de 200w atrás com o respectivo dínamo, descanso, bidon, campainha, ou seja, só faltava mesmo uma bicicleta minimamente leve que desse para subir o Marão.
**Mas, como na altura das dificuldades é que se reconhecem os grandes homens, numa atitude de bravura e cavalheirismo, o estreante Vilares, depois de ter feito uma directa, prontamente cedeu a sua bike à menina, ficando ele com o fardo de carregar o amontoado de acessórios até ao final do percurso.
**A bravura deste estreante não fica por aqui, é que sensivelmente a meio do percurso, aquela biteleira perdeu um pedal e qual não foi o meu espanto ao ver a técnica apurada deste colega ao pedalar sem um pedal. Não é para qualquer um, é para que sabe e pode!!!
**Voltando ao percurso, finda a primeira subida, foi só desfrutar da paisagem durante alguns kms, observar a fauna e flora local, houve até quem visse uma corsa, contudo, não teve pernas para a acompanhar devido à sua baixa forma física. (Fica descansado, Trilhos, eu não digo que foste tu!)
**Mais duas subidas sem grandes histórias para contar, a não ser o convívio e sempre a bela paisagem que ali se encontrava à nossa disposição e a convicção de alguns de que iriam passar no túnel do Marão...
**Chegamos ao ponto mais alto do nosso percurso e excluindo o nosso amigo Pereira (lanterna vermelha), todo o grupo irradiava boa disposição e uma vitalidade para fazer mais 100 kms se preciso fosse, mas essa boa disposição não iria durar muito tempo…!
**Começamos a descer para a aldeia de Mafómedes. Como era uma descida, esperava que o pessoal ficasse contente, mas não foi o que aconteceu. A dita cuja, da responsabilidade do Trepador, era demasiado íngreme e com um piso muito solto, não demorou que surgissem reclamações por parte dos restantes elementos, chegando mesmo a haver quedas (desta vez calhou ao nosso amigo Domingos). Não te preocupes, Nando, eu perdoo-te, já o Domingos não sei se pensa da mesma forma!!!
**Em Mafómedes deu para arranjar o pedal ao Vilares e assim poder fazer o resto do percurso a pedalar nas mínimas condições.
**Abandonamos a aldeia em direcção a Santa Marinha, por estradões, estradas, quelhas, calçadas e trilhos, havendo ainda tempo para fazer um ataque às cerejas.
**Por falar nisso, desconfio que um colega nosso de profissão é capaz de não gostar muito das fotos!
**Chegados aos Bombeiros de Santa Marinha do Zêzere, foi a hora do banhinho nas suas instalações que, pela segunda vez,  fizeram o favor de nos deixar utilizar. Um bem-haja a esta mui nobre instituição.
**Autocarro à espera, bikes carregadas, dois baikeiros cheios de caruncho e roídinhos de inveja por não terem podido participar (Saca-saca e Fugas); três que só levaram vontade de comer (José Marta, Barbedo e Daniel) e um que vontade de comer leva sempre, só que desta vez não podia mesmo pedalar (Paulo “Onde é o Tacho), e estava na hora de irmos mesmo ao tacho.
**Almoço às 14h no “Camponês”, onde depois de bem comidos e regados, os participantes regressaram ao Porto. A viagem de regresso terá de ser comentada pelos viajantes…. Fico à espera.

Notas Finais:
... Agradecimento ao Açucena por providenciar transporte para as bikes.
... Boas vindas aos estreantes no grupo (Andreia, Vilares e Domingos).
... Está visto que isto sem o Mouteira corre bem.
... Para a próxima se quiserem deixar o Organista em algum lado, combinem bem as coisas.
... O pessoal que não tem pernas para nos acompanhar, podem ser sinceros e deixar de inventar desculpas de problemas de saúde.
Um abraço para mim, um abraço para ti, um abraço para todos.
Ni Amorim

Fotos deste Passeio

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A Pousada do Marão, Uma Viteleira, Mafómedes e Nós.

*** Uma espécie de Documentário inteiramente Produzido pelo Bike17Eco e Realizado pelo Ni "Tudo Plano" Amorim. Com a sua data de estreia prevista para dia 11 de Junho de 2011, na Pousada do Marão.
*E tu Chouriço/a? Vais ficar na cama nesse dia?????
 *Ou preferes descobrir e deixar-te encantar pela Serra do Marão?
*Desistes à partida sem dar luta? Também podes ir só para o tacho....
*Se Vai haver algumas subidas? Vai sim!
*Puro BTT com descidas inclinadas, só para os intrépidos! É melhor não arriscares...
*Uns quaisquer fenómenos do Entroncamento? Vamos estar no Marão mas Nunca se sabe!
* A bicharada vai estar lá para te receber? Se estiverem de folga, talvez!
* Algum romantismo à mistura? È só parar, colher, oferecer às moçoilas e meditar depois....
*Já conheces a aldeia centenária de Mafómedes? Não, então bora lá conhecer...
* E o Tachinho depois da pedalada, não pode faltar, pois não? Ah Isso é garantido no Restaurante O Camponês
* Andas farto de ouvir falar da crise, do FMI, da Troika e das constantes Vitórias avassaladoras e Trituradoras do FCP? Não aguentas mais ver fotos do Mouteira Carunchoso no Facebook!!!!
Confere nas fotos em anexo a "ementa" e depois diz-me alguma coisa .....

Fotos deste Passeio

*** Inscrições e mais pormenores brevemente.

sábado, 27 de setembro de 2008

Passeio pelas represas do Marão


Pois é, mais um dia bem passado na companhia dos bikistas da 17ECO, lá para os lados do Marão.
Estava tudo a correr bem até aos primeiros 100 metros de subida, não fosse a incompatibilidade do boiadeiro com a sua bike, que o levou a desistir, pois é ainda há quem diga que os trinta é o auge do homem, coitadas das brasileiras!!!.
Passada esta etapa triste, começou a vez do ora bem chorinhas que, enquanto pedalava só chorava mas nunca desistiu, também, quem tem uma scotch Yamaha dt segura não se esperava outra coisa.
Na cauda lá vinha o carunchoso com o seu tripé feito de canos da água com duas rodas e um descanso mas que, graças a ele e à sua relíquia podemos tirar fotos em família. É por estas e por outras, que faz sempre jeito levar o carunchoso. Mais á frente, estava eu a pedalar com todas as minhas forças quando, de repente, oiço uma voz atrás de mim "oi Castro, você aí, está mi ouvindo", assustei-me, por momentos pensei que estava a entrar em território Brasileiro mas, para meu espanto era o trepador que vinha na minha roda, lá pensava que estava a subir as montanhas dos Açores, claro que tal ida àquele Arquipélago o deixou debilitado, também não é para menos, com a companhia do boiadeiro, só poderia vir de lá a falar brasileiro. Agora à que treinar para voltar ao melhor nível. No meio disto tudo, notou-se a falta da estrela de cinema mais conhecido como o chungalized, sim, aquele que tem capacete specialized, calções specialized, óculos specialized, luvas specialized, cuecas specialized e claro bike specialized específica só para descidas, parece que adivinhou pois este trilho era grande parte só subidas e com tanta coisa specialized, só faltava as pernas da mesma marca.
E pronto, cheguei ao fim desta pequena crónica da treta e até breve, encontramo-nos por esses trilhos.
Um abraço deste vosso amigo que tem a mania que é uma espécie de bikista.

Castro
Crónica do reconhecimento deste Passeio

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Reconhecimento às represas do Marão

Parece que me coube novamente, fazer a crónica do excelente reconhecimento, ainda estava a ver se alguém se oferecia mas já me mandaram a boca nas sugestões aqui do blog, parece que desta vez sou eu.

Eramos 4, Trilhos, Trepador, Pequenito e Ni, nas suas máquinas, Trek, Coluer, Bedford e Torpado.
Estão agora a pensar Bedford?!! que marca de bike é esta.
Pois é parece que agora há uns atletas que fazem reconhecimentos de carro.
Quando cheguei de manhã cedo pela segunda vez* a casa do Trepador, lá na tal terra das gajas boas, fiz um comentário inocente, daqueles de quem não vê quem não quer, estavamos 4 atletas (dada a qualidade dos elementos não sei se os deva adjectivar de atletas), e só vi 3 bikes a ser carregadas.
Fui logo informado pelo atleta Pequenito, que a bike dele tinha 4 rodas. Julguei eu, que ele ia-nos só levar até ao local, mas afinal parece que não era assim.
Chegados algures ao Marão, tinhamos o Pai do Amorim à nossa espera, com a sua Bedford pois chegamos para aí uns 45minutos atrasados (*eu disse a segunda vez que cheguei a casa do Trepador).
Lá entramos os 4 para a bedford, com as bikes na caixa de carga e fomos até ao início do reconhecimento, entalados na carrinha, lá arranjamos uma posição manhosa e muito pouco máscula, que pode ser melhor definida como «de ladinho», mas é melhor não entrar em pormenores o que está feito, está feito.
Chegados ao local, montamos nas bikes e surpresa das surpresas o Pequenito junta-se a nós, claro está, de Bedford, nós a dar ao pedal nas burras e ele atrás de nós a curtir as cassetes que estavam perdidas na carrinha, mas não foi o único, como se veio a verificar.
O trajecto de cerca de 30 Km, é de alguma dureza com locais de piso solto e umas subiditazinhas que vão servir para esticar o pelotão dos bike17ecos quando lá formos todos.
A paisagem é espectacular, a acreditar no Ni, pois eu não vi absolutamente nada, com o nevoeiro que estava. Chegados ao local onde se irá finalizar o passeio, na famosa represa de Mafómedes, como estava calor, e mais molhados não ficavamos devido à chuva, que apanhamos, fomos dar um mergulhito, mais uma vez ocorreram cenas menos dignas, ninguém levou calções de banho, mas também não me vou alongar em pormenores neste assunto, digamos que existem fotos que nunca irão ver a luz do dia. Na volta à casa do Ni, lá tinhamos que nos ensalchichar, novamente na bedford, sendo assim eu auto ostracizei-me, para a caixa aberta, para mim já chegava de cenas tristes, e em boa hora o fiz pois os outros 3 compinchas foram o caminho todo a curtir as cassetes perdidas, umas músicas de categoria bastante duvidosa, mas que, ao que parece fizeram bastante furor.

Pelo caminho, e eu vinha em infracção ao C.E., por vir na caixa, ainda passamos por dois Camaradas da GNR, que estavam junto a um acidente a olhar ambos para um pedaço de pau que estava no meio da estrada, pela cara deles não sei se estavam a pensar o que fazer ao pau ou como se haviam de livrar de um dos condutores intervenientes, que estava a gesticular para explicar o sucedido, mas pela cara deles não estavam a perceber nada, o que é certo é que nem ligaram à minha infracção.
Depois da banhinho na casa dos Pais do Ni, ainda fomos almoçar ao restaurante da Sogra do Ni, «O Camponês», onde o atleta que mais comeu foi o que andou na bedford, deve ter sido do esforço, de carregar a carrinha pelo monte acima.
E foi assim que fizemos o reconhecimento, ao Marão.

*Já me esquecia da parte, da segunda vez que cheguei a casa do Trepador.
Ora na noite anterior estive na Maia a ver os MOONSPELL, e cheguei a casa lá para as 4 horas.
De manhã ainda cheio de sono, quando cheguei a casa do Trepador, não tinha levado uns míseros parafusos, para adaptar o meu suporte da bike ao carro dele, lá tive que voltar para trás, mais meia hora para cada lado, para ir buscar os tais parafusos, foi nesta altura que eu desconfiei que o dia ia ser cheio de peripécias, ainda não sabia se boas ou más, afinal... foram boas.






Pedro "Trilhos"